sábado, 4 de março de 2017
Crítica: Logan
Se o propósito de Logan era encerrar a história do Wolverine nos cinemas ele fez isso formidavelmente. O filme que encerra a história de Hugh Jackman como o Herói das Garras de Adamantium chegou ao cinemas na última quinta-feira e foi uma linda carta de despedida ao personagem.
Se a FOX quis revolucionar com o filme do Mercenário Tagarela, com Logan ela da continuidade a "revolução", repetindo as cenas violentas de luta que justificam a classificação etária do filme.
Logan nos mostra um lado do Wolverine nunca mostrado antes, diferente dos outros filmes que nos dava um X-Men rebelde e lutador, o filme nos dá um Logan vulnerável e debilitado, o Ex X-Men agora trabalha como chofer para cuidar de um Professor Xavier ainda mais velho e debilitado. Logan não está só vulnerável fisicamente como também psicologicamente, parece que o fato dele ser um dos últimos mutantes restantes se tornou um fardo um pouco pesado para seus ombros já cansados das bagagens que ele carrega. Eis que surge outro problema para ele resolver, mais uma bagagem para ele carregar: Laura Kinney, a X-23. Ele é procurado pela Mexicana Gabriela que pede sua ajuda para salvar Laura dos homens que a caçam. Ao mesmo tempo em que ele se recusa a voltar a ativa ele também se vê obrigado a ajudá-la pela insistência de Xavier que persiste em lembrá-lo que a menina é como ele e de certa forma é sua filha.
Logan nos da uma pitada de tudo: de drama, de comédia e de ação. Hugh Jackman comove com seu Velho Logan, assim como Patrick Stewart também; porém quem rouba a cena com sua X-23 é Dafne Keen, para quem é já conhece a personagem vai concordar que é impossível não lembra dela no desenho X-Men: Evolution; Keen definitivamente faz jus a personagem.
Se foi a última vez que vimos Hugh Jackman na pele do Wolverine digo sem dúvidas que ele se foi dignamente, o filme traz tudo aquilo que os fãs mais queriam. Falando como fã se eu pudesse mudar apenas uma coisa no filme eu colocaria uma referência ao uniforme de Wolverine, pois apesar de saber que provavelmente nunca veremos Hugh Jackman com o clássico uniforme de seu personagem, seria interessante ao menos mencioná-lo.
Com o Velho Logan e a pequena porém poderosa Laura, podemos dizer que Logan é um fim de uma era, de um ciclo, mas também o começo de outro.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Um Amor chamado Cinema
Tenho me questionado como e quando meu amor, minha paixão pelo cinema surgiu e para ser franca eu não tenho a menor ideia. Para falar a verdade eu nem lembro qual foi o primeiro filme que eu vi no cinema, embora eu tenha a impressão que pode ter sido Tarzan, mas não sei ao certo.
Confesso que isso provavelmente começou por causa de todos os filmes que eu tenho visto essa semana, eles me fizeram acreditar que talvez eu tenha achado a resposta para essa pergunta. Afinal, o que faz as pessoas se apaixonarem pelo cinema?
Como todo amor ele provavelmente começa do nada, mas alguns carregam isso no sangue, na história. O fato é que sempre tem um filme onde dizemos "E foi assim que esse amor surgiu..." mas qual? E o por que disso? O que aquela história tinha que te cativou e comoveu tanto?
Quer um exemplo? Sempre que me perguntam qual o filme da minha vida, qual o filme que eu queria que fosse a história da minha vida, sabe qual eu respondo? Forrest Gump. Por que? Além do fato do Tom Hanks estar maravilhoso nele, além de eu amar toda a inocência e simplicidade do Forrest. Pela história, e se tem uma coisa que esse filme tem é historia; o Forrest conheceu Elvis Presley, John Lennon, John F. Kennedy e ainda atravessou um estado correndo; Forrest Gump é a definição do que significa viver intensamente.
Eu sempre costumo dizer que o cinema é minha religião, ele é sagrado pra mim. É lá que eu coloco minha fé, é lá que ela é testada; é nele que eu acredito, é ele que abre cada parte da minha mente e a expande completamente.
O cinema é onde os excluídos brilham, é onde as histórias dos exilados e dos losers são contadas. É a arte de maravilhar, de eternizar; é comover, é fazer mágica e fazer com que as pessoas acreditem em magia.
Quando o nome de Grace Kelly é dito as pessoas se lembram da Grace, Princesa de Mônaco ou da Grace, Musa de Hitchcook? Ou quando Orson Wells é mencionado as pessoas se lembram dele como o rígido e chato cineasta ou como o gênio diretor que tornou Cidadão Kane a obra-prima que é? Ou quando pensam em Elizabeth Taylor se lembram do seu gosto super refinado, das inúmeras vezes que ela se casou ou em como ela estava magnífica em Cleópatra e A Megera Domada? E Bette Davis ela é lembrada por ter sido uma das maiores bitches que Hollywood já teve ou por suas divinas atuações em A Malvada e O Que Terá Acontecido a Baby Jane?
Essas e diversas outras pessoas foram eternizadas pelo cinema.
Então, são por histórias como a de Desmond T. Doss; de Catherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson; de Alan Turing; Louise Banks; Mia & Sebastian; Dorothy Gale; Scarlett O'Hara; Alexander Supertramp; Alan Ralston e Cheryl Strayed que eu amo o cinema. Pelas Histórias nunca contadas e pelas histórias que enchem meu coração de sonhos, felicidade, inspiração e imaginação.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
A Insônia que a tua falta me causou...
Nas últimas noites a insônia tem sido minha maior companhia, minhas noites que antes eram inundadas por inspiração e solidão agora tem também a insônia como companheira; diferente de mim que continuo solitária.
Tenho convivido com um buraco enorme no peito, uma saudade que não tem nome (quer dizer tem sim, o teu) desde que vi aqueles olhos castanhos me olhando pela última vez e te deixei ir.
Preciso dizer que não me arrependo disso, você assim como eu é pássaro solto que ama voar; e eu te amo demais para te engaiolar, prefiro continuar te amando enquanto te vejo voar livre e feliz; mesmo que estejas construindo ninhos em outros galhos. Não, realmente não me arrependo, mas não posso negar que tua presença me faz muita falta; vivo todos os dias pensando, imaginando o que poderia ter sido; é tão triste dizer que a nossa história acabou antes mesmo de começar.
Imagine, só por um instante o que poderia ter sido: eu e você andando de mãos dadas pelas ruas como um verdadeiro casal clichê, não dando a mínima para o que os outros vão pensar; fazemos um piquenique no parque, você deita a cabeça no meu colo e eu começo a fazer carinho, você diz que adora e que isso quase te faz dormir; voltamos para casa e na hora da despedida nossos olhares se cruzam, damos as mãos, aproximamos nossos rostos um do outro, você me puxa pela cintura, me coloca contra a parede e me beija. BOOM! É como fogos de artifício. Quando menos percebo me acendo de uma forma que só você foi capaz de acender.
Deus, como sinto falta disso! dos seus beijos que me faziam ver estrelas, da sua boca no meu pescoço, das suas mordidinhas, das suas mãos nas minhas costas e na minha cintura, do seu toque, do seu cheiro.
Parece loucura, mas acho que minha cama sente sua falta também; ela ficou mais fria sem você e tem um grande vazio, um buraco enorme que você deixou com o seu formato que só não e maior que o que você deixou no meu coração.
Eu já não dormia antes de te conhecer, quer dizer até dormia lá pelas duas ou três da madrugada, mas ainda assim dormia pelo menos um pouco; hoje não durmo mais, fico acordada até às cinco ou seis horas da manhã com a cabeça maquinando sem parar, só pensando em você, em nós; enquanto penso meu coração dispara, "tropeça quase para" como diria Tiago Iorc, meus olhos se enchem de lágrimas e eu choro até cair no sono; depois de um tempo acordo percebo que tu não estás ao meu lado e não consigo mais dormir, a insônia vem de novo, essa é a insônia que tua falta me causou.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
A Felicidade Não Me Inspira a Escrever
Sabe aquela história "corações felizes não escrevem boas canções"?
Pois é, estou começando a acreditar que é a mais pura verdade. Veja bem, eu me encontro em uma situação em que estou muito bem comigo mesma; abracei minha solidão e a maravilhosa liberdade que ela me deu e estou aproveitando meu paraíso astral, acho que posso dizer que estou bem feliz neste momento atual da minha vida.
E acho que esse é o problema. Não que a felicidade seja um problema, é só que desde que essa estranha felicidade me invadiu eu não tenho tido inspiração para escrever, escrever sobre qualquer coisa. Acho que minha fonte de inspiração deve estar ligada diretamente ao meu coração de alguma forma, porque desde que ele se remendou da última vez que foi partido que eu não consigo escrever.
Talvez eu literalmente tenha um coração de escritora; um coração que precisa de um motivo que o faça bater mais forte, uma "musa" que lhe de inspiração para escrever.
De qualquer forma eu vou me acostumar com essa estranha felicidade e curti-la enquanto ela dura, afinal, felicidade assim a gente não consegue todos os dias. Além disso, se dizem que energia positiva atrai mais energia positiva então talvez felicidade atraia mais felicidade; quem sabe ela não atraia muita gente feliz para minha vida.
A vida é uma porção de loucuras aleatórias, quem sabe para onde ela vai nos levar e quem iremos encontrar no caminho, de fato aposto que num outro dia desses quando eu menos esperar, eu vou pegar a caneta e vou voltar a escrever.
É só uma questão de tempo e de não pressionar a inspiração.
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sábado, 14 de janeiro de 2017
Crítica: La La Land - Cantando Estações
La La Land - Cantando Estações, o grande vencedor do Globo de Ouro conta a história da aspirante a atriz Mia (Emma Stone) e do pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling). Enquanto ela se mudou para Los Angeles para tentar ser atriz que entre um teste e outro acabou trabalhando como barista num café perto dos estúdios da Warner, já ele foi para Los Angeles com o sonho de abrir seu próprio Clube de Jazz e assim salvar o Jazz. Os dois sonhadores se conhecem e acabam se apaixonando. Até aqui essa parece uma história super clichê como tantas outras que diversos filmes já mostraram certo? Porém essa história nunca havia sido contada de forma musical e nem sido escrita/ dirigida por Damien Chazelle (e muito menos foi estrelada por Emma Stone & Ryan Gosling)
O filme nos mostra o lado persistente dos sonhadores que nunca desistem dos seus sonhos, mas que também tem seus momentos "Quero jogar tudo pro alto e abandonar tudo isso."
La La Land usa pura nostalgia para emocionar nos lembrando da era de outro de Hollywood onde os musicais como Cantando na Chuva, Cinderela em Paris (Funny Face), Sinfonia de Paris e O Mágico de Oz eram os queridinhos do público. Tudo no filme te faz lembrar os musicais clássicos estrelados por Gene Kelly, Judy Garland, Fred Astaire e Ginger Rogers. Apesar de se passar no nosso tempo a maioria das coisas nele te faz lembrar dessa época; seja sua trilha sonora com puro Jazz, seus figurinos e cenários, sua fotografia com uma diversa paleta de cores e até o modo como seus personagens se conhecem (completamente aleatoriamente, se odiando no começo e se apaixonando aos poucos). Você só consegue perceber que ele se passa na atualidade por causa de alguns elementos modernos (como os carros e os celulares)
O roteiro e as atuações de Emma & Ryan emocionam te colocando no lugar do personagem, ele desperta a criança sonhadora que vive em cada um de nós; você sente a decepção junto com a Mia quando ela não recebe uma ligação chamando ela pra um segundo teste (te faz lembrar todos os "nãos" que você já levou na vida).
Emma Stone fez sua obra-prima, mostrando que seu preparo fazendo Cabaret na Broadway valeu o risco de estrelar um filme musical, sua Mia encanta com seu jeito doce, sua voz fofa e seu delicioso jeito de dançar. Ao lado dela temos Ryan Gosling ele nos cativa com seu charmoso Sebastian e é ousado não só tocando piano, mas também cantando e dançando (confesso que não dá muito para compará-lo com os Grandes Fred Astaire & Gene Kelly, mas ele surpreende e dá até para chamá-lo de aprendiz de Astaire) os dois estrelam seu terceiro filme junto e transbordam química durante todo o filme.
Diferentes de musicais como Os Miseráveis, Chicago & O Fantasma da Ópera que por serem originados da Broadway são mais cantados do que falados, La La Land tem músicas originais que não necessariamente contam a história, mas sim os sentimentos dos personagens.
La La Land é uma homenagem a Hollywood, uma declaração exagerada de amor à Los Angeles e aos musicais; um filme que os amantes de musicais irão amar e que comoverá aqueles que não são tão fãs.
Como a própria Emma Stone disse em seu discurso ao vencer o prêmio por melhor atriz em comédia ou musical no Globo de Ouro "Esse filme é para os sonhadores, esse filme é sobre esperança e criatividade, as duas coisas mais importantes do mundo."
Nota Geral: 10
"Here's to the ones who dream
Foolish as they may seem
Here's to the hearts that ache
Here's to the mess we make." 🎶
Here's to the hearts that ache
Here's to the mess we make." 🎶
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Adeus 2016 & Olá 2017!
Nessa época do ano as pessoas sempre costumam dizer "Ano novo, vida nova" ou então "Já vai tarde ano velho." Com 2016 não poderia ser diferente, esse ano aconteceu tanta tragédia, tantas mortes que eu não me espantaria se ele fosse lembrado só por isso.
Entretanto eu não vim aqui pra falar sobre as tragédias e mortes de 2016, vim aqui pra mostrar o "Silver Lining", o lado bom de 2016. Sabe eu só estou escutando as pessoas falarem mal de 2016, de o chamarem de ano de bosta e tal, mas eu preciso dizer pra mim 2016 não foi nenhum pouco ruim, ao contrário pra mim 2016 foi maravilhoso. Claro, aconteceram coisas ruins que me afetaram direta ou indiretamente, mas mesmo assim, esse ano foi maravilhoso.
E olha que ele não foi 100% certinho, ele foi um caos, mas se tem uma coisa que eu aprendi esse ano foi encontrar a beleza no caos.
Esse ano eu entrei na faculdade (posso dizer com toda certeza que estou fazendo o que eu amo pela primeira vez na vida) , eu me apaixonei e tive o coração partido (mas isso me ensinou tanta coisa, eu aprendi a desapegar daquilo que não é reciproco, aprendi que amar significa colocar a felicidade do outro antes da sua, mesmo que essa felicidade não te inclua) fiz novas amizades com pessoas maravilhosas que eu com certeza vou levar comigo pra sempre, vi quase todos os filmes que eu queria ver no cinema, visitei lugares maravilhosos e vi coisas incríveis, escrevi ótimos textos, li poucos livros (confesso que eu poderia ter caprichado um pouco mais nessa parte, mas tudo bem), vi a maioria das séries que eu queria ver, me reaproximei da minha família (inclusive dei boas vindas ao novo membro nela), tive meu primeiro PT (primeiro e último), comecei a sair mais e fiz tudo aquilo que eu queria fazer.
Sabe, na virada de 2015 pra 2016, eu disse que não faria nenhuma promessa, nenhuma resolução de ano novo (1º porque eu sempre fazia e nunca cumpria) eu resolvi deixar que 2016 me surpreendesse, e quer saber? Ele me surpreendeu completamente, esse ano eu fiz e disse coisas que a eu de 2, 3 anos atrás definitivamente não faria, eu fui ousada e corajosa como nunca fui antes e eu amei muito isso, definitivamente vou continuar sendo assim ano que vem.
Esse ano eu amadureci muito, aprendi tantas coisas que literalmente me moldaram e fizeram de mim uma nova pessoa, mas talvez a maior lição que eu aprendi esse ano foi: Não crie muitas expectativas, criar expectativas é importante, mas quanto menos você cria menos se decepciona e mais se surpreende.
Aliás, se eu pudesse dar um conselho você começar bem 2017 é... Não faça planos, não faça promessas que não vai cumprir, não pule 7 ondas se você não acredita nessas coisas e eu sei que é super clichê dizer isso, mas RECOMECE. Deixe toda magoa, toda dor, toda tristeza, toda negatividade em 2016, recomece do zero e dê chance a novas coisas. E o mais importante: Permita-se sentir a Intensidade da Vida. Só se deixe levar por essa intensidade. Apenas, permita-se!
Tenham um Feliz e Maravilhoso Ano Novo Galera, nos vemos em 2017. ;)
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
#5Coisas - 5 Melhores Álbuns lançados esse ano pra você ouvir
Olá, Olá pessoas!
No #5Coisas de hoje eu vou indicar 5 álbuns que foram lançados esse ano e que eu achei que foram os melhores ok?
Confesso que foi super difícil escolher só 5 (Foi tão difícil que eu to tentando escrever esse post desde outubro e não consigo. Confesso que a preguiça também não ajudou. but whatever hahaha ;P)
1. Mad Love - JoJo
Depois de 10 anos sem lançar nada Joanna Noëlle Blagden Levesque, Ou como nós a conhecemos JoJo finalmente lançou seu novo álbum. E acho que posso dizer que realmente valeu a espera. O álbum é realmente muito bom tem baladinhas mais lentas e pessoais (como Music e I Am) e também as mais dançantes (como Vibe, Good Thing e Clovers) e ainda tem uma pegadinha mais R&B com a Música que da o título ao Álbum: Mad Love.
Minhas Favoritas são: Music, I Am, Mad Love, I Can Only (feat. Alessia Cara), Fuck Apologies (feat. Wiz Khalifa) e Vibes.
2. Taking One For The Team - Simple Plan
Quem voltou com tudo esse ano foi a nossa queridinha Simple Plan, a banda que veio ao Brasil recentemente com sua nova turnê.
O novo álbum traz músicas com letras fortes e com aquele rock n'roll que amamos que nos faz lembrar o som antigo da banda, mas também continua na vibe praia do álbum anterior (Get Your Heart On!).
Minhas Favoritas: Singing in the Rain (R. City), I Refuse, Kiss Me Like Nobody's Watching, Perfectly Perfect e I Don't Wanna be Sad.
(Como não amar essa música e esse clipe? *---*)
3. Anavitória
Se teve uma dupla que pode dizer que esse foi seu ano essa dupla definitivamente é Anavitória. A dupla de Tocantins formada por Ana Caetano & Vitória Falcão, apadrinhada por ninguém mais ninguém menos que Tiago Iorc foi o sucesso do ano com seu Pop Rural.
A dupla canta músicas bem amorzinho, super fofas com aquela vibe de paz & tranquilidade sabe? (Acho que é impossível não ficar calmo ouvindo essas duas. *---* hahaha)
Minhas Favoritas: Singular, Trevo (Feat. Tiago Iorc), Agora Eu Quero Ir, Chamego Meu, Dengo e Tocando em Frente.
4. Joanne - Lady Gaga
Se teve alguém que literalmente CAUSOU com seu álbum esse ano essa pessoa foi a Mother Monster.
Esse ano Gaga finalmente lançou o sucessor de Art Pop (2013), depois de se aventurar no Jazz ao lado de Tony Bennett, a cantora finalmente voltou para o Pop e sua volta não poderia ser melhor. Gaga fez sua volta triunfante com o Single Perfect Illusion que colocou todo mundo pra dançar e cantar bem alto "I WASN'T LOOOOVE, IT WASN'T LOOOVE, IT WAS A PERFECT ILLUSION" 🎶
(Que inclusive colocou até o grupo de Pagode Molejo pra cantar ;P)
Minhas Favoritas: Perfect Illusion, Million Reasons, Diamond Heart, A-YO, Joanne, Hey Girl (Feat. Florence Welch), Come to Mama e Just Another Day.
5. Oh My My My - OneRepublic
Esse álbum provavelmente é o meu favorito do ano (confesso que sou completamente suspeita pra falar dele já que OneRepublic é minha banda favorita atualmente, mas I really don't care! ;* hahaha)
Quanto mais ouço as letras do Ryan Tedder mais me apaixono, e coloco mais umas duas ou três músicas da Trilha Sonora da Minha Vida. A cada novo álbum eu acho uma nova obra de arte *---*
A grande masterpiece desse sem sombra de dúvida é Let's Hurt Tonight (não é a toa que ela é a favorita do Ryan e minha também ❤❤❤) a música que está na Trilha sonora do filme Collateral Beauty (ou como recebeu o nome no Brasil: Beleza Oculta) a letra dessa música é tão perfeita que eu simplesmente me arrepio toda vez que a ouço. *---*
Minhas Favoritas: Let's Hurt Tonight, Future Looks Good, Choke, Born, Fingertips, Wherever I Go, Heaven e The Less I Know.
("They say love is pain, well darling, Let's hurt tonight..." ❤❤❤)
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