Mostrando postagens com marcador Se Arrisque. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Se Arrisque. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Medo de Errar

  

  O medo de errar te impede de arriscar, e o medo de arriscar te impede de viver, impede que coisas boas entrarem nas nossas vidas, impede de sermos felizes. Porém esse medo é entendível, afinal, como podemos arriscar e apostar tudo o que temos sem saber se vamos acertar, se vamos ganhar? É um risco muito grande, mas nem sempre dá errado, às vezes dá muito certo, mas a única maneira de saber é tentando. 
 É como quando você se apaixona por alguém, mas não sabe se essa paixão é recíproca. Como saber se é? Arriscado e contando o que você sente. Entretanto, arriscar é mesmo um jogo muito perigoso, porque é viciante, uma vez que você arrisca, não consegue parar, é como ganhar um jogo de poker pela primeira vez, porque você vai parar se pode multiplicar o que você ganhou? Porque se contentar só com ganhar uma vez.
 Se quer um bom motivo para se arriscar todos os dias aqui vai um: quando você estiver morrendo, prefere ficar se perguntando "e se?" Ou prefere pensar "apesar de tudo, eu juro que vivi uma vida maravilhosa"?


 Acho que é melhor se arrepender de algo que você fez, do que se arrepender do que você não fez. É como aquela frase: "Nunca deixe o medo de errar impedir que você jogue."

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Adeus 2016 & Olá 2017!


  Nessa época do ano as pessoas sempre costumam dizer "Ano novo, vida nova" ou então "Já vai tarde ano velho." Com 2016 não poderia ser diferente, esse ano aconteceu tanta tragédia, tantas mortes que eu não me espantaria se ele fosse lembrado só por isso. 
 Entretanto eu não vim aqui pra falar sobre as tragédias e mortes de 2016, vim aqui pra mostrar o "Silver Lining", o lado bom de 2016. Sabe eu só estou escutando as pessoas falarem mal de 2016, de o chamarem de ano de bosta e tal, mas eu preciso dizer pra mim 2016 não foi nenhum pouco ruim, ao contrário pra mim 2016 foi maravilhoso. Claro, aconteceram coisas ruins que me afetaram direta ou indiretamente, mas mesmo assim, esse ano foi maravilhoso.
 E olha que ele não foi 100% certinho, ele foi um caos, mas se tem uma coisa que eu aprendi esse ano foi encontrar a beleza no caos. 
 Esse ano eu entrei na faculdade (posso dizer com toda certeza que estou fazendo o que eu amo pela primeira vez na vida) , eu me apaixonei e tive o coração partido (mas isso me ensinou tanta coisa, eu aprendi a desapegar daquilo que não é reciproco, aprendi que amar significa colocar a felicidade do outro antes da sua, mesmo que essa felicidade não te inclua) fiz novas amizades com pessoas maravilhosas que eu com certeza vou levar comigo pra sempre, vi quase todos os filmes que eu queria ver no cinema, visitei lugares maravilhosos e vi coisas incríveis, escrevi ótimos textos, li poucos livros (confesso que eu poderia ter caprichado um pouco mais nessa parte, mas tudo bem), vi a maioria das séries que eu queria ver, me reaproximei da minha família (inclusive dei boas vindas ao novo membro nela), tive meu primeiro PT (primeiro e último), comecei a sair mais e fiz tudo aquilo que eu queria fazer.
  Sabe, na virada de 2015 pra 2016, eu disse que não faria nenhuma promessa, nenhuma resolução de ano novo (1º porque eu sempre fazia e nunca cumpria) eu resolvi deixar que 2016 me surpreendesse, e quer saber? Ele me surpreendeu completamente, esse ano eu fiz e disse coisas que a eu de 2, 3 anos atrás definitivamente não faria, eu fui ousada e corajosa como nunca fui antes e eu amei muito isso, definitivamente vou continuar sendo assim ano que vem.
 Esse ano eu amadureci muito, aprendi tantas coisas que literalmente me moldaram e fizeram de mim uma nova pessoa, mas talvez a maior lição que eu aprendi esse ano foi: Não crie muitas expectativas, criar expectativas é importante, mas quanto menos você cria menos se decepciona e mais se surpreende.
 Aliás, se eu pudesse dar um conselho você começar bem 2017 é... Não faça planos, não faça promessas que não vai cumprir, não pule 7 ondas se você não acredita nessas coisas e eu sei que é super clichê dizer isso, mas RECOMECE. Deixe toda magoa, toda dor, toda tristeza, toda negatividade em 2016, recomece do zero e dê chance a novas coisas. E o mais importante: Permita-se sentir a Intensidade da Vida. Só se deixe levar por essa intensidade. Apenas, permita-se!
 Tenham um Feliz e Maravilhoso Ano Novo Galera, nos vemos em 2017. ;)



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Queridos 22, Sejam Muitíssimos Bem Vindos!

🎶 I don't know about you, but I'm feeling 22... 🎶

    A nostalgia dos últimos dias me fez sentar na frente desse notebook e decidir não sair até colocar todos os sentimentos para fora. Então, cuidado porque aqui vão eles...
Já passou da meia noite, já é quarta-feira, o que quer dizer que é oficial: Estou com 22 anos, e pensar nisso tem me deixado de cabelos brancos.
 Eu li diversos textos falando sobre a tão temida "crise dos 20" e cheguei a simples conclusão que eu estou nela desde que completei duas décadas de vida e que não faço a menor ideia de quando irei sair dela. Provavelmente porque na maioria das vezes eu paro e penso "o que diabos eu estou fazendo da minha vida?" apesar que eu devo confessar que sempre que chega nessa época do ano essa pergunta martela com mais frequência no meu cérebro.
 Eu nunca fui uma pessoa que resolve grandes questões com facilidade, aliás muito pelo contrário, sempre fui daquelas que faz "Uni-Duni-Tê" até pra escolher o que comer na fila da cantina;  mas enfim apesar disso eu sempre fui de fazer muitos e muitos planos (como a boa virginiana que sou) e preciso dizer que nenhum desses planos deu muito certo. Se aos meus 12, 16 ou 18 anos alguém do futuro me dissesse que a minha vida seria exatamente do jeito que é hoje eu provavelmente mandaria o coitado pro hospício, ninguém me faria acreditar que a minha vida seria assim nem mesmo se eu mesma visitasse minha eu do passado e lhe contasse tudo pessoalmente; isso porque a minha ideia de como era ter 22 anos aos 12 era completamente limitada e diferente.
 Aos 12 anos eu pensava que quando tivesse 22 eu estaria na faculdade de veterinária, trabalhando com sei lá o que, morando com meu futuro marido e com 2 cachorros; aos 16 eu pensava que com 22 eu também estaria na faculdade de veterinária, trabalhando, com duas tatuagens, carta de motorista, carro na garagem e morando com meu namorado; aos 18 a realidade bateu um pouco na porta; eu ainda pensava que estaria na faculdade de veterinária, e ainda pensava que estaria trabalhando e namorando. Pois então os 22 chegaram e a realidade é essa: Eu realmente estou fazendo faculdade, mas larguei veterinária por jornalismo (demorei pra entender isso, mas finalmente caiu a ficha que sou uma pessoa de humanas e não de biológicas); eu ainda moro com a minha mãe, não trabalho, me tornei deísta, tenho um piercing transversal na orelha, californianas rosas, continuo solteira e a única coisa que se concretizou da minha fantasia de 12 anos é que eu tenho 2 cachorros (mas se me dissessem que eu também teria 4 gatos eu duvidaria. Sempre fui uma pessoa mais de cachorros do que de gatos, e hoje eu amo os dois)
 Sem dúvida a preciosa lição que eu aprendi com essa história é que a vida é mesmo uma caixinha de surpresas, não é meus amigos?, que nada acontece como a gente acha que vai acontecer; e quer saber eu agradeço muito por isso, porque através de todas as coisas não planejadas que a minha louca vida me trouxe ela me trouxe também experiências maravilhosas, momentos inesquecíveis e pessoas espetaculares que me ensinaram tanto.  
 Outro sintoma que essa crise tem me dado é a sensação que eu vivi tão pouco em tão tanto tempo, sabe aquela sensação que você não está aproveitando o máximo da sua vida? Pois é essa sensação sempre invade o meu peito (Principalmente quando chega a sexta-feira ou sábado á noite e eu prefiro ficar enrolada no meu cobertor com um bom livro ou a netflix do que ir pra balada) é que sei lá, eu conheço gente tão mais nova que eu que parece tão mais experiente, que viveu tanta coisa que eu ainda não vivi (e que nem sei quando ou, se ao menos ainda viverei algum dia) ás vezes eu acho que é só paranoia da minha cabeça, mas sei lá porque eu não consigo esquecer isso, ás vezes eu fico pensando "poxa eu sou jovem ainda, eu deveria sair mais pra beber, mais pra balada; pra sei lá dançar, conhecer gente nova" mas acho que os 22 trouxeram também a comodidade, trouxeram a certeza que eu estou bem melhor onde estou do que em algum lugar que com toda certeza só saciaria a minha curiosidade, depois não me serviria de nada.  
 Quanto mais velhos ficamos mais insistimos em nos cobrar, provavelmente porque a sociedade e a família nunca para de nos cobrar, sempre tem alguém que solta um "nossa mas já vai fazer 22 anos e ainda não trabalha, ah mas seu primo tem 16 e já trabalha!" essas coisas tem que entrar por um ouvido e sair pelo outro. Ninguém é igual ao ninguém, é importante a gente procurar sempre dar o seu melhor, mas sem pegar completamente pesado sabe? sem se cobrar demais por coisas que na maioria das vezes não podemos controlar.
 Só pra concluir esse desabafo disfarçado de texto... Todo ano quando essa dia chega eu prometo diversas coisas, mas quer saber? esse ano eu vou fazer diferente. Vou fazer igual eu fiz nesse ano novo: não vou prometer nada e vou deixar a vida me surpreender, sabe aquela frase "não crie expectativas porque elas criam ilusões" pois é, ao invés de criar essas duas como sempre vou deixar que aconteça o que tiver que acontecer. Vou parar de me preocupar com o fato que eu estou ficando mais velha e aproveitar mais cada ano que chegar, vou parar de me martirizar por todas as coisa que eu nunca fiz e vou começar a fazê-las, vou parar de dar importância para o que as pessoas pensam e vou ser feliz; vou parar de tentar mudar pra  me encaixar em um só grupinho ; vou continuar tentando me socializar com todos; vou parar de ser covarde e vou me arriscar mais (principalmente quando o assunto for amor); vou começar a aceitar de bom grado cada oportunidade e topar as novas aventuras que chegarem.
 Não sei bem ao certo que surpresas os 22 anos me trarão, mas se tem uma coisa que essas poucas experiências me ensinaram é que a vida sempre pode nos surpreender se nós  continuarmos acreditando nela e apenas vive-lá, e tenho plena certeza que o melhor ainda esta por vir.
Então, Sejam Bem-vindos 22 anos! Mal posso esperar para ver o que vocês me reservaram. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Se Entrega!


  A vida é uma eterna entrega, se não tiver a entrega não é viver é sobreviver. Tudo, ou pelo menos a maioria das coisas, exige que você se entregue, exige que você de tudo de si, a entrega te faz conseguir, te faz persisti; como quando você coloca um objetivo na cabeça e se dedica todos os dias até conseguir.
 Temos que colocar tudo de nós, todo o nosso amor, toda nossa alma, toda nossa paixão em tudo que fazemos, porque é bem como dizem se é pra fazer mal feito é melhor não fazer. Sem falar que tudo é melhor quando nos entregamos o beijo, o chocolate, o amor, a vida. É como experimentar uma coisa pela primeira vez, como ver seu filme favorito depois de um tempão sem ver.
 O problema da humanidade é que sempre acontece alguma coisa que coloca o medo de nos entregar em nossos corações; seja um término de relacionamento, uma demissão, um problema na família, um coração partido ou qualquer outra coisa; o fato é que sempre que acontece trancamos nossos corações, jogamos a chave fora e não nos permitimos nos entregar nunca mais. Não da pra viver assim com medo de se machucar o tempo todo, sofrendo por antecedência; a vida já é sofrida demais para não nos deixarmos ser felizes de vez em quando, pra que sofre por uma coisa que pode ou não acontecer? Pare de sofrer á toa e deixe o destino decidir.
  Então vá vivendo, sem medo de se entregar. Se entregue para tudo e para todos que te traga felicidade; tem vontade de largar a faculdade de economia e se arriscar na de gastronomia? se entregue! quer começar aquela aula de violão que você vivia dizendo que ia começar, mas dizia que não tinha tempo? se entregue! Quer fazer aquela viagem pra Irlanda que você sempre quis? Se entrega! Se entrega sem medo e com vontade.
 Não tenha medo de mergulhar fundo demais, explorar as profundezas do mar é bom; e se não for pelo menos você aprendeu a nadar. 

sábado, 12 de março de 2016

Menos Crushs & Mais Crashs

   Hoje em dia virou rotina as pessoas, especialmente, os jovens terem "crushs". Tem o Crush do prédio, o Crush da faculdade, o crush do metrô, o da acadêmia, enfim tem um crush em cada lugar. 
O Crush chegou pra substituir o velho amor platônico; e você sabe o que dizem sobre os amores platônicos: eles são platônicos por uma razão, não devem se concretizar, se não o encanto acaba.
Acho que é exatamente por isso que existem tantos "crushs" hoje em dia; porque as pessoas tem medo de destruir essa fantasia formada, tem medo de conhecer o verdadeiro eu de seus "crushs", tem medo de arriscar.
Isso tem que mudar; o mundo precisa de mais olho no olho e menos olhos no celular, de menos bate papo online e mais bate papo "face to face", menos "mach" no Tinder e mais "mach" na vida real, menos olhares tímidos e mais atitudes, menos "crushs" e mais "crashs".
Se ficarmos sentados, com a cara no celular nunca saberemos se aquele crush pode ser mais que um simples crush, para descobrir isso só precisamos de duas coisas: Arriscar e Tomar uma atitude.
E lembrem-se em caso de covardia: Respire, Conte até Cinco e Diga "Oi!" ou "Bom Dia!, "Boa Tarde!" ou "Boa Noite!"
um pouco de gentileza, cordialidade e carinho não fazem mal a ninguém. ;)