sábado, 30 de setembro de 2017

Tudo aquilo que eu queria te dizer


   Eu queria te dizer que você é tudo aquilo que eu sempre quis pra minha vida;
 Queria te dizer que ter te conhecido foi a melhor coisa que me aconteceu, que eu que nunca fui de acreditar em destino passei a acreditar no dia em que te vi pela primeira vez;
 Queria te dizer que eu simplesmente amo o modo como você sempre enxergar o lado bom das coisas, mesmo quando a vida te dá uma rasteira você continua sorrindo;
 Queria te dizer que eu te esperei por um longo, longo tempo e que agora não posso mais te deixar ir, que te agradeço por todas as vezes que você levantou o meu astral e me fez sorrir, menso quando eu estava sem motivos para isso;
 Queria te dizer que eu vou sempre cuidar de você e que vou passar o resto dos meus dias te fazendo tão feliz quanto você me faz;
 Queria te dizer que você ainda vai ser inspiração de muitos textos que eu ainda vou escrever;
 Queria te dizer que você bagunçou minha vida, meu mundo feito furacão e deixou sua marca para sempre;
 Queria te dizer que te amo, queria, mas infelizmente eu fui muito covarde para te dizer tudo isso e acabei te perdendo por medo, medo de amar, de ser feliz. Agora você está com outra, espero que ela te faça tão feliz quanto você me fez, que ela te faça sorrir porque sinceramente não existe nada mais lindo que teu sorriso. 
 E acima de tudo espero que você não tenha medo de dizer o que sente, quando sentir. E que mesmo que você tenha medo, você o esqueça e se jogue de cabeça no seu sentir.   Não faça como eu, porque talvez você não saiba, mas você foi a melhor coisa que eu já perdi.

sábado, 2 de setembro de 2017

I'm letting you go... May we met again.

    Nós somos duas almas livres que não podem ser domadas, só construímos um lar onde temos certeza que poderemos ir e voltar livremente.
 Somos nômades deixando marcas profundas por onde passamos, plantamos a semente do amor em cada coração e depois a deixamos brotar sozinha.
 Não gostamos da rotina, enjoamos fácil de tudo que acontece diariamente, vivemos esperando que cada dia traga uma nova surpresa.
 Somos cataventos que giram conforme lhes convém, não importa que seja a direção oposta ao vento.
O díficil não nos impede, só nos motiva. Sempre sabemos quando é hora de partir para uma nova aventura, ou um novo coração.
 Então, agora que deixamos nossas marcas uma na outra é hora de abrir asas e ir em direção ao próximo destino. Se bater saudade, é só visitar as lindas lembraças guardadas no coração. Além disso, como bem sabemos o mundo gira de forma engraçada, quem sabe em uma dessas voltas loucas da vida nossos planetas se alinham novamente. Só nos resta esperar e ver o que nos aguarda mais frente pelo caminho.
Sempre com o coração como meu guia, vou-me indo, mas antes lhe digo com toda certeza do mundo: que aconteça o que acontecer sempre haverá amor e carinho.

domingo, 20 de agosto de 2017

The Bold Type: a série Girl Power Super Empoderada que vocês precisam assistir

  

  Inspirada na vida de Joanna Coles, Ex-editora-chefe da revista Cosmopolitan,
a nova série do canal Freeform The Bold Type conta a história de três amiga que trabalham pra uma revista voltada para o público feminino, chamada Scarlet.


 Elas são Jane Sloan (Katie Stevens, Faking It) uma jovem e determinada escritora que foi recentemente promovida no trabalho e precisa lidar com todas a inseguranças vieram com seu novo cargo; Kat Edison (Aisha Dee, Chasing Life) a ousada e moderna diretora de mídia social da revista, que claramente não tem medo de falar o que realmente pensa e Sutton Brady (Meghann Fahy, Chicago Fire) uma sonhadora e persistente secretária que deseja trabalhar no editorial de moda da revista e que vive um romance com Richard Hunter (Sam Page) um membro do conselho diretor e advogado da Scarlet. 
A série tem uma vibe bem parecida com Sex and the City, podemos facilmente chamar a personagem de Katie Stevens de uma Jovem Carrie Bradshaw, pois em alguns aspectos as duas são bem parecidas. Porém quando conhemos Jacqueline Carlysle (Melora Hardin, Transparent) chefe das três e Editora-chefe da Scarlet surge uma vibe bem O Diabo Veste Prada, mas logo da pra perceber que Jacqueline é completamente diferente de Miranda Priestly. 

(Jacqueline melhor Chefe ❤️)

The Bold Type tem falado de temas que estão super em alta como empoderamento, sexualidade, o poder das mídias e câncer. O mais legal dela é a amizade das três protagonistas, elas transbordam uma química de irmandade na tela, bem aquela vibe Quatro Amigas & um Jeans Viajante, sabe?

"Espero que tenham aventuras, que se apaixonem, que tenham seus corações partidos. Espero que transem com as pessoas erradas, que transem com as pessoas certas. Que cometam erros e peçam desculpas, que saltem e que mergulhem. E espero que falem um monte para qualquer um que tentar segurá-los” 
Jacqueline Carlysle


Foi amor ao primeiro episódio e confesso que estou amando mais e mais essa série a cada episódio. (Como uma aspirante a escritora foi meio inevitável eu não me identificar com a série. Confesso que quero ser Jane Sloan quando crescer ;) haha ;P)

(Jane Sloan is my Spirit Animal ;))

To torcendo muito pra ser renovada. Ela vai ao ar toda terça-feira na TV americana e por enquanto ela tem sete episódios, e eu ainda não sei se alguma emissora brasileira comprou os direitos dela.
 Então, se você procura mais uma série feminista pra adicionar na grade, The Bold Type é a escolha perfeita pra você. ;)

#GirlsSupportGirls ;*

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Medo de Errar

  

  O medo de errar te impede de arriscar, e o medo de arriscar te impede de viver, impede que coisas boas entrarem nas nossas vidas, impede de sermos felizes. Porém esse medo é entendível, afinal, como podemos arriscar e apostar tudo o que temos sem saber se vamos acertar, se vamos ganhar? É um risco muito grande, mas nem sempre dá errado, às vezes dá muito certo, mas a única maneira de saber é tentando. 
 É como quando você se apaixona por alguém, mas não sabe se essa paixão é recíproca. Como saber se é? Arriscado e contando o que você sente. Entretanto, arriscar é mesmo um jogo muito perigoso, porque é viciante, uma vez que você arrisca, não consegue parar, é como ganhar um jogo de poker pela primeira vez, porque você vai parar se pode multiplicar o que você ganhou? Porque se contentar só com ganhar uma vez.
 Se quer um bom motivo para se arriscar todos os dias aqui vai um: quando você estiver morrendo, prefere ficar se perguntando "e se?" Ou prefere pensar "apesar de tudo, eu juro que vivi uma vida maravilhosa"?


 Acho que é melhor se arrepender de algo que você fez, do que se arrepender do que você não fez. É como aquela frase: "Nunca deixe o medo de errar impedir que você jogue."

domingo, 16 de julho de 2017

Resolvi parar de tentar me definir e deixei isso a cargo do tempo

  Há alguns anos atrás eu escrevi um texto para tentar responder a pergunta "Quem eu sou?"
  Eu lembro que eu comecei ele citando um trecho de Alice no País das Maravilhas... "Eu mal sei, sir neste exato momento... pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então."(...)
  Essa era a citação. Eu lembro que sempre usava esse trecho pra definir quem eu era.  Obviamente eu não tinha a menor ideia de quem eu era na época; e isso era um sério problema pra mim. Provavelmente porque eu sempre pensei "que tipo de pessoa não sabe quem é?", "todo mundo sabe exatamente quem é!"
  E eu tinha certeza absoluta que quando ficasse mais velha saberia exatamente quem eu seria. Porém, alguns anos depois aqui estou eu mais velha e sábia, e confesso que ainda não sei a resposta dessa pergunta, e isso talvez seja uma surpresa pra você, caro leitor, mas eu me alegro muito por isso, hoje não saber quem eu sou não me incomoda nem um pouco.
  Não quero perder meu tempo de vida tentando me definir, tentando procurar respostas; prefiro ser definida pelos meus atos depois que morrer.
  Os que sabem quem são que me desculpem, mas sinceramente não tenho nenhuma pressa em descobrir quem sou. Acho que tenho que me perder muito antes de finalmente me encontrar. Eu realmente prefiro deixar os dias, os meses e os anos passarem e aprender mais e mais sobre mim mesma. Talvez assim quando o dia da minha morte chegar e eu chegar nos portões do Paraíso, ou seja lá o que houver no além túmulo, e quando finalmente me perguntarem eu saberei e responderei sem sombra de dúvidas.

terça-feira, 13 de junho de 2017

O amor não morre, se transforma

    O amor não morre se transforma. Aquele amor que você sentiu por aquela sua primeira namorada ou namorado continua com você, mesmo que você não perceba; ele só se transformou num tipo diferente de amor ou em outro sentimento, como carinho ou amizade.

 Quer um exemplo? Você namorou o João anos atrás, o término foi até que tranquilo, não houve traição nem nada do tipo, só aconteceu porque vocês queriam coisas diferentes. Depois do término você não o vê a mais ou menos ums cinco anos, até que um dia você está indo para faculdade e lá está ele, do outro lado da rua lindo como sempre; e no momento em que você colocou os olhos nele de novo seu coração dispara completamente; você começa a pensar "mas eu tenho certeza que esqueci ele. Por que isso está acontecendo?" E de fato, você esqueceu ele, porém quando você reencontrou ele todas as lembranças de cada momento que vocês passaram juntos fez seu coração acelerar e isso te traz uma mistura de nostalgia e carinho. Isso também é amor. Você não estar com alguém para amá-la, você pode até ter superado esse antigo amor, mas ele continua contigo; já faz parte da sua história, de quem você se tornou após sua partida.

 Cada amor que entra em nossas vidas começa uma fogueira, um incêndio e quando ele apaga, além das cinzas que te marcaram. também deixa uma faísca, uma fagulha que só precisa de um "empurrãozinho" para voltar a queimar; seja esse empurrãozinho um toque, um olhar, uma conversa, um reencontro ou um beijo; pode ser qualquer coisa. Entretanto o reacender dessa chama pode não ser o mesmo, o sentimento pode não ser o mesmo que era; sabe aquela frase "nada se perde, tudo se tranforma."? Pois é, o amor é exatamente assim, ele nunca perde, não totalmente.  

domingo, 4 de junho de 2017

Crítica: Mulher-Maravilha


  Quando entrei na sala de cinema para ver esse filme uma emoção tomou conta de mim, a razão disso eu explico: é que como mulher eu finalmente me senti representada nesse universo de Super Heróis.
 A personagem vivida por Gal Gadot continuou com o excelente trabalho mostrado, ainda que rápidamente, em Batman vs. Superman, porém em seu filme solo ela nos mostra um pouco de como se tornou essa mulher tão poderosa (em outras palavras como ela se tornou esse "MULHERÃO DA PORRA").
 O roteiro do filme explica a complexa história de Diana de modo simples, mas também fiel; de modo que agrada não só os leigos como também os fãs de HQs, o mesmo acontece com a história da criação das Amazonas (que foram criadas para restaurar o bem da humanidade). Além disso diferente de Batman vs. Superman o filme sabe equilibrar as cenas de história com as de ação, o que faz de seu roteiro bom, apesar de algumas falhas.
 A Diana Prince de Gadot consegue captar perfeitamente o tom ingênuo por não saber nada sobre o mundo do ínicio do século 20, Gal conseguiu em cena fazer sua experiência de 32 anos de vida parecer a de uma garotinha de 5 anos descobrindo quão cruel o mundo pode ser, um mundo que como sua própria mãe diz não é merecedor dela. No entanto não é só sobre o mundo humano que ela mostra sua ingenuidade, isso também aparece com a descoberta de seus poderes, que são esclarecidos a ela e para o público simuntaneamente.

 A relação de Diana com Steve Trevor (Chris Pine) é tão conflituosa quanto química, enquanto ele tenta fazer o papel do bom moço que não quer que a "donzela" se machuque ela mostra com sua teimosia e persistência que não é nem um pouco uma donzela em apuros, fato que ela prova diversas vezes. (Apesar dele persistir no erro de tentar protegê-la).
 As cenas de ação tem um recurso slow motion que destacam as habilidades de luta, (não só de Diana, como das amazonas também) ao envés de hiper sexualizá-las (destacando seus corpos)
 Mulher Maravilha chega as telonas 75 anos depois de sua criação, e prova que valeu a espera; um filme feminista sem levantar bandeiras (até porque sua protagonista claramente não vê diferenças entre os gêneros), ele não só é a salvação da DC Comics no cinema (que vem vivendo mais de erros do que de acertos), como também é o filme que o mundo precisava; um mundo que apesar de estar em meio a guerras, fome e desigualdade social e de gênero, ainda vale a pena ser salvo e que ainda tenta ser digno do amor de Diana e merecedor de sua maravilhosidade.