sábado, 30 de setembro de 2017
Tudo aquilo que eu queria te dizer
Eu queria te dizer que você é tudo aquilo que eu sempre quis pra minha vida;
Queria te dizer que ter te conhecido foi a melhor coisa que me aconteceu, que eu que nunca fui de acreditar em destino passei a acreditar no dia em que te vi pela primeira vez;
Queria te dizer que eu simplesmente amo o modo como você sempre enxergar o lado bom das coisas, mesmo quando a vida te dá uma rasteira você continua sorrindo;
Queria te dizer que eu te esperei por um longo, longo tempo e que agora não posso mais te deixar ir, que te agradeço por todas as vezes que você levantou o meu astral e me fez sorrir, menso quando eu estava sem motivos para isso;
Queria te dizer que eu vou sempre cuidar de você e que vou passar o resto dos meus dias te fazendo tão feliz quanto você me faz;
Queria te dizer que você ainda vai ser inspiração de muitos textos que eu ainda vou escrever;
Queria te dizer que você bagunçou minha vida, meu mundo feito furacão e deixou sua marca para sempre;
Queria te dizer que te amo, queria, mas infelizmente eu fui muito covarde para te dizer tudo isso e acabei te perdendo por medo, medo de amar, de ser feliz. Agora você está com outra, espero que ela te faça tão feliz quanto você me fez, que ela te faça sorrir porque sinceramente não existe nada mais lindo que teu sorriso.
E acima de tudo espero que você não tenha medo de dizer o que sente, quando sentir. E que mesmo que você tenha medo, você o esqueça e se jogue de cabeça no seu sentir. Não faça como eu, porque talvez você não saiba, mas você foi a melhor coisa que eu já perdi.
sábado, 2 de setembro de 2017
I'm letting you go... May we met again.
domingo, 20 de agosto de 2017
The Bold Type: a série Girl Power Super Empoderada que vocês precisam assistir
a nova série do canal Freeform The Bold Type conta a história de três amiga que trabalham pra uma revista voltada para o público feminino, chamada Scarlet.
The Bold Type tem falado de temas que estão super em alta como empoderamento, sexualidade, o poder das mídias e câncer. O mais legal dela é a amizade das três protagonistas, elas transbordam uma química de irmandade na tela, bem aquela vibe Quatro Amigas & um Jeans Viajante, sabe?
Jacqueline Carlysle
Então, se você procura mais uma série feminista pra adicionar na grade, The Bold Type é a escolha perfeita pra você. ;)
terça-feira, 15 de agosto de 2017
O Medo de Errar
domingo, 16 de julho de 2017
Resolvi parar de tentar me definir e deixei isso a cargo do tempo
Eu lembro que eu comecei ele citando um trecho de Alice no País das Maravilhas... "Eu mal sei, sir neste exato momento... pelo menos sei quem eu era quando me levantei esta manhã, mas acho que já passei por várias mudanças desde então."(...)
Essa era a citação. Eu lembro que sempre usava esse trecho pra definir quem eu era. Obviamente eu não tinha a menor ideia de quem eu era na época; e isso era um sério problema pra mim. Provavelmente porque eu sempre pensei "que tipo de pessoa não sabe quem é?", "todo mundo sabe exatamente quem é!"
E eu tinha certeza absoluta que quando ficasse mais velha saberia exatamente quem eu seria. Porém, alguns anos depois aqui estou eu mais velha e sábia, e confesso que ainda não sei a resposta dessa pergunta, e isso talvez seja uma surpresa pra você, caro leitor, mas eu me alegro muito por isso, hoje não saber quem eu sou não me incomoda nem um pouco.
Não quero perder meu tempo de vida tentando me definir, tentando procurar respostas; prefiro ser definida pelos meus atos depois que morrer.
terça-feira, 13 de junho de 2017
O amor não morre, se transforma
O amor não morre se transforma. Aquele amor que você sentiu por aquela sua primeira namorada ou namorado continua com você, mesmo que você não perceba; ele só se transformou num tipo diferente de amor ou em outro sentimento, como carinho ou amizade.
Quer um exemplo? Você namorou o João anos atrás, o término foi até que tranquilo, não houve traição nem nada do tipo, só aconteceu porque vocês queriam coisas diferentes. Depois do término você não o vê a mais ou menos ums cinco anos, até que um dia você está indo para faculdade e lá está ele, do outro lado da rua lindo como sempre; e no momento em que você colocou os olhos nele de novo seu coração dispara completamente; você começa a pensar "mas eu tenho certeza que esqueci ele. Por que isso está acontecendo?" E de fato, você esqueceu ele, porém quando você reencontrou ele todas as lembranças de cada momento que vocês passaram juntos fez seu coração acelerar e isso te traz uma mistura de nostalgia e carinho. Isso também é amor. Você não estar com alguém para amá-la, você pode até ter superado esse antigo amor, mas ele continua contigo; já faz parte da sua história, de quem você se tornou após sua partida.
Cada amor que entra em nossas vidas começa uma fogueira, um incêndio e quando ele apaga, além das cinzas que te marcaram. também deixa uma faísca, uma fagulha que só precisa de um "empurrãozinho" para voltar a queimar; seja esse empurrãozinho um toque, um olhar, uma conversa, um reencontro ou um beijo; pode ser qualquer coisa. Entretanto o reacender dessa chama pode não ser o mesmo, o sentimento pode não ser o mesmo que era; sabe aquela frase "nada se perde, tudo se tranforma."? Pois é, o amor é exatamente assim, ele nunca perde, não totalmente.
domingo, 4 de junho de 2017
Crítica: Mulher-Maravilha
Quando entrei na sala de cinema para ver esse filme uma emoção tomou conta de mim, a razão disso eu explico: é que como mulher eu finalmente me senti representada nesse universo de Super Heróis.
A personagem vivida por Gal Gadot continuou com o excelente trabalho mostrado, ainda que rápidamente, em Batman vs. Superman, porém em seu filme solo ela nos mostra um pouco de como se tornou essa mulher tão poderosa (em outras palavras como ela se tornou esse "MULHERÃO DA PORRA").
O roteiro do filme explica a complexa história de Diana de modo simples, mas também fiel; de modo que agrada não só os leigos como também os fãs de HQs, o mesmo acontece com a história da criação das Amazonas (que foram criadas para restaurar o bem da humanidade). Além disso diferente de Batman vs. Superman o filme sabe equilibrar as cenas de história com as de ação, o que faz de seu roteiro bom, apesar de algumas falhas.
A Diana Prince de Gadot consegue captar perfeitamente o tom ingênuo por não saber nada sobre o mundo do ínicio do século 20, Gal conseguiu em cena fazer sua experiência de 32 anos de vida parecer a de uma garotinha de 5 anos descobrindo quão cruel o mundo pode ser, um mundo que como sua própria mãe diz não é merecedor dela. No entanto não é só sobre o mundo humano que ela mostra sua ingenuidade, isso também aparece com a descoberta de seus poderes, que são esclarecidos a ela e para o público simuntaneamente.
A relação de Diana com Steve Trevor (Chris Pine) é tão conflituosa quanto química, enquanto ele tenta fazer o papel do bom moço que não quer que a "donzela" se machuque ela mostra com sua teimosia e persistência que não é nem um pouco uma donzela em apuros, fato que ela prova diversas vezes. (Apesar dele persistir no erro de tentar protegê-la).
As cenas de ação tem um recurso slow motion que destacam as habilidades de luta, (não só de Diana, como das amazonas também) ao envés de hiper sexualizá-las (destacando seus corpos)
Mulher Maravilha chega as telonas 75 anos depois de sua criação, e prova que valeu a espera; um filme feminista sem levantar bandeiras (até porque sua protagonista claramente não vê diferenças entre os gêneros), ele não só é a salvação da DC Comics no cinema (que vem vivendo mais de erros do que de acertos), como também é o filme que o mundo precisava; um mundo que apesar de estar em meio a guerras, fome e desigualdade social e de gênero, ainda vale a pena ser salvo e que ainda tenta ser digno do amor de Diana e merecedor de sua maravilhosidade.













