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quarta-feira, 23 de maio de 2018

13 Reasons Why - Segunda Temporada: O Veredito


  Ano passado fomos apresentados a Hannah Baker e sua trágica história. 13 Reasons Why abriu nossos olhos e mentes para assuntos importantes, que ainda são considerados tabus como suicídio, estupro, bullying, saúde mental, abuso, drogas, porte de armas, depressão, sexualidade, agressão física e assédio sexual.
  A trama que conta a história de como Hannah tirou sua vida e os motivos que a fizeram tomar essa atitude, cativou o público empaticamente (quem não começou a série pensando "eu já fui/sou Hannah Baker" mas acabou a série pensando "ok, mas eu também já fui um de seus porquês ou pelo menos já agi como um")

  Quando a série acabou, opiniões foram divididas. Havia a necessidade de uma segunda temporada ou não? Para alguns sim, porque não haviam encontrado um encerramento na história de Hannah, ou então porque pensassem que sua história só teria fim quando fosse justiça feita (não só para ela, mas também para Jessica).
  Já para outros uma nova temporada não era realmente necessária, algumas pessoas apontaram dizendo que a Netflix estava tentando ganhar dinheiro "as custas do suicídio" ou que uma segunda temporada destruiria tudo aquilo de importante que a série representa.
  Quanto a mim, confesso que desde o começo quis uma nova temporada, cheguei a comentar com diversas pessoas que não via a necessidade de uma temporada completa, que a história poderia ser encerrada em dois ou três episódios de uma ou duas horas (talvez até como fizeram com Sense8), ao terminar de assistir a segunda temporada percebi que realmente prolongaram a história sem necessidade.


  A segunda temporada nos mostra as consequências do suicídio de Hannah e de suas fitas, a fim de "colocar a culpa" em alguém Olivia Baker processa a escola  por ser negligente com sua filha. Enquanto isso Clay tenta seguir em frente com Skye, o que faz com que ele "banque" o herói novamente, mas com o julgamento prestes a acontecer Hannah volta para "assombrá-lo", Alex enfrenta as sequelas de sua tentativa de suicídio e conta com a ajuda de Zach e seus amigos para se recuperar, Tony começa a lidar com seus fantasmas e problemas de raiva, Jessica "tenta" levar uma vida normal voltando a escola depois de seu estupro e Justin vive com a culpa de seu envolvimento no estupro da namorada, o faz com que ele acabe entrando no mundo das drogas.
  Essa temporada teve diversos pontos negativos e positivos, e apesar dos negativos serem maiores eu não consigo deixar de exaltar os positivos. Então, vou só colocar aqui o que achei de bom e ruim.

Pontos Positivos:
  - Preencheu algumas lacunas deixadas pela primeira temporada.
  - Como prometido mostrou as consequências dos atos de Hannah e dos outros.
  - Deu encerramento a história dela, agora que sua história foi ouvida e concluída ela pode finalmente descansar em paz.
  - Por não ter mais Hannah como narradora ela se permitiu focar nos personagens secundários, e nos mostrou a versão deles de algumas histórias, o que nos faz dar uma segunda chance aos personagens que merecem.
  - Mostrou mais Olivia Baker e como ela lidou com o luto

Pontos Negativos:
- Prolongaram demais a história, não havia necessidade de mais 13 episódios.
- Alguns personagem novos foram desnecessários, unicamente por terem sido mau aproveitados (como Skye, Cyrus e Mackenzie)
- A História não concluída de Skye, nos mostram mais da vida dela, mas quando pensamos que vão aprofundar e nos fazer entender melhor a complexidade da personagem, eles meio que desistem dela, o que é revoltante.
-  O último episódio ainda te deixa com aquela sede de justiça que nos foi deixada desde o último episódio da primeira temporada.
- O arco de Tyler é bem "bipolar" eles começaram colocando ele bem pra depois o transformarem num "terrorista" fazendo quase uma referência direta ao massacre de Columbine
- A cena de estupro no último episódio foi extremamente desnecessária e "irrelevante" pra história. Foi como se quisessem mudar toda atenção da história, chamando atenção para um novo problema e com isso trazendo um possível plot para uma nova temporada, que é totalmente dispensável.


   Para mim a melhor coisa sobre essa temporada foi o fato dela tirar Hannah do seu pedestal, ela desmistifica a imagem que temos da garota. O público assim como Clay coloca em sua mente a ideia de que ela era perfeita e por isso a colocamos em um "pedestal".
  Conforme vamos nos aprofundando na vida de Hannah percebemos que ela era só uma garota como tantas outras que tem sonhos e ambições, que também sofre com a pressão da sociedade para sem encaixar em algum lugar, que comete erros e foi marcada por eles, que não foi só julgada, mas também julgou. E tudo isso também reforçou aquilo que dizem que depressão não tem cara, a pessoa pode estar feliz em um momento e definhando no outro, particularmente me trouxe um pouco de paz ver que ela teve um pouco de felicidade na vida e me fez desejar ainda mais que tal tragédia não tivesse acontecido, porque ela seria uma pessoa maravilhosa com uma vida linda pela frente.


  A relação dele com a Hannah continua como vimos anteriormente, a relação continua tão igual que a cada nova descoberta sobre ela, ele parece questionar se realmente a conhecia (coisa que nos dá uma das melhores cenas da série quando Justin o chama de idiota e diz que só porque ela ficou com um cara, gostando de outro ele "de repente" não a conhecia?)
   Clay que continua com dificuldades para aceitar tudo que aconteceu com a amiga começa então, a ver seu "fantasma", que aparentemente surge para ajudá-lo a entender e a superá-la, o que nos rende algumas cenas cansativas, em diversas partes fica claro que o fantasma de Hannah foi só uma desculpa para aproveitar Katherine Langford e sua atuação, que foi digna de uma indicação ao Golden Globes, entretanto as melhores cenas de Hannah & Clay continuam sendo os flashbacks (a melhor inclusive sendo uma conversa com os dois chapados falando sobre o Infinito, já com o fantasma a melhor cena talvez seja uma que se assemelha muito com uma de As Vantagens de Ser Invisível).


   Uma coisa que tem feito diversos fãs reclamarem foi o relacionamento de Clay & Skye, e a falta de química entre os atores, eu não questiono isso, e confesso que fiquei bem revoltada por não terem aproveitado a personagem da Skye direito, mas depois de ver entrevistas com Dylan Minnette eu concordo que havia a necessidade desse relacionamento porque um precisava do outro pra se recuperar, o Clay precisava da Skye pra superar a Hannah e pra entender que por mais que ele queira ele não pode carregar o mundo nas costas e tentar ser o herói pra todos sozinho e a Skye precisava do Clay pra entender que ela tem um "problema" é que precisava de ajuda, porque se não ela seria "outra" Hannah Baker.


 A história de Jessica é abordada fielmente se destaca, Alisha Boe realmente merece todos os reconhecimentos e aplausos pela atuação. Bebendo das águas do movimento #MeToo, é ressaltado o tempo todo como as mulheres vítimas são julgadas e o trauma que isso causa, as impedindo de falar ou tomar uma atitude. É aterrorizante ver que ela encontra seu agressor todos os dias na escola e não tem refúgio, e o pior é vê-lo agindo naturalmente como se nada tivesse acontecido, mas é um pouco reconfortante saber que ela teve uma amiga na mesma situação, que sabe pelo que ela passou para ajudá-la. É ainda mais bizarro ver que outras mulheres acreditam nos boatos sobre ela e diversas vezes apontam o dedo para a chamarem de "Vadia Bêbada", nos faz perguntar porque ás vezes somos tão cruéis umas com as outras, quando na verdade deveríamos nos apoiar.
Outro ponto interessante abordado é culpa que Kevin Porter, o conselheiro da Liberty High, carrega consigo por não ter sido capaz de ajudar Hannah. Em uma cena muito comovente vemos seu depoimento no tribunal onde ele pede desculpas a Olivia Baker por ter decepcionado sua filha, essa cena fez martelar a pergunta que alguns tem feito desde o lançamento da série: Alguém realmente está pronto para falar sobre suicídio? Se até os especialistas tem dificuldades em retratar tal assunto, como poderíamos nós, a "plebe" falar sobre isso da forma certa? E existe mesmo um jeito "certo" sobre abordar um assunto tão delicado? Será que é realmente melhor não falar nada, por medo de falar a coisa errada do que só falar?
Uma coisa que me incomodou desde a temporada passada foi a falta de justiça, vamos admitir todos queríamos ver o Bryce sendo preso e ficamos revoltados por isso não ter acontecido na primeira season finale, e se você acha que isso foi resolvido no fim, não se engane, Bryce Walker foi sim julgado pelo estupro de Jessica, mas apenas pegou três meses de condicional, fato que me deixou com o sangue fervendo de raiva, o que segundo Bryan Yorkey, criador da série, era a intenção. A ideia de Yorkey ao dar uma pena leve para Bryce foi ser realista, porque infelizmente é o que acontece na vida real (principalmente se o estuprador é branco e rico). O que revoltou muito também foi o fato do juiz que sentencia Bryce basicamente construir uma falsa equivalência moral entre Bryce e Jessica quando ele diz algo como "vocês dois fizeram escolhas que os trouxeram até aqui, mas vocês dois ainda são jovens e merecem seguir com suas vidas." Sendo que não há nada equivalente nas decisões de ambos, Bryce DECIDIU estuprar Jessica, ela NÃO DECIDIU ser estuprada, porém no nosso mundo, que apesar de vir buscando mudança, ainda continua extremamente machista, isso realmente acontece.
Outro destaque de atuação foi a veterana Kate Walsh, que nos mostrou uma mulher enlutada, culpada, traumatizada, que só quer entender o que aconteceu com a filha e que por ela quer que a justiça seja feita.
Foi uma temporada sobre intervenção, isolamento social, vícios, justiça, recuperação, cura, luto, cultura do estupro e a cumplicidade do silêncio, amizade, cumplicidade, apoio, verdade, culpa, aceitação e superação. Coisas que os minutos finais do último episódio mostram muito bem.


  Sendo necessária ou não, a segunda temporada de 13 Reasons fez o que vem fazendo desde o começo colocando o dedo na ferida sem medo, e alertando as pessoas da importância de falar sobre assuntos que não são falados com tanta frequência, mas que deveriam, se não como forma de alerta, talvez como prevenção.
Lembrando que você ou alguém que você conhece precisar de ajuda você pode entrar no site da série ou no do C.V.V. (Centro de Valorização da Vida).
Não importa o que você esteja passando, conversar sempre ajuda.
 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

The Handmaid's Tale - A Melhor Série de 2017

                      

  Sim, você leu o certo, e não, não foi ousadia minha afirmar isso. Inclusive como faltam praticamente dois meses pro ano acabar, acho que eu oficialmente já posso falar isso: The Handmaid's Tale é sim a série do ano, e seus prêmios no Emmy, e prováveis indicações ao Golden Globes 2018 provam isso.
 Baseada no livro de Margareth Atwood, O Conto da Aia, a série nos mostra um futuro onde os Estados Unidos se torna um único estado chamado República de Gilead, uma teocrasia totatitaria cristã, onde a humanidade sofre com problemas de infertilidade, o que faz com que homens poderosos chamados de comandantes, tomam o poder, e juntamente com suas esposas submissas
acabam recorrendo a aias, mulheres normais e férteis que tem todas suas posses e direitos retirados para que elas possam servir a essas famílias, sendo usadas como "barrigas de aluguel".
Assim elas passam por um treinamento que inclui uma lavagem cerebral radical e os mais pesados castigos corporais (como mutilação de membros e eletrochoques) cada ato de desobediência é punido severamente. As mulheres realmente são ensinadas a odiar umas as outras, porque obviamente sua união pode gerar um grande estrago.

 O mundo da série nos é apresentado pelos olhos de Offred (Elizabeth Moss), cujo nome verdadeiro é June (quando uma mulher se torna aia ela perde o nome de Batismo e passa a se chamar Off + o nome do comandante. Por exemplo: Offred = Off + Fred, porque ela se torna propriedade dele). Conforme vamos conhecendo June, percebemos que ela é uma mulher como todas outras que estamos acostumados a ver, mãe de família que trabalha em uma editora e leva uma vida tranquila, até que é separada de sua família e forçada a realizar um trabalho que seria seu "propósito de nascença".
 As aias respondem as ordens da senhora da casa e só tem contato com os maridos uma vez por mês em uma noite chamada de "cerimônia" (As aias tem que deitar a cabeça no meio das pernas das esposas dos comandantes, que ficam sentadas próximas da cabeceira da cama segurando as aias pelos punhos, enquanto seus maridos estão na outra extremidade da cama estuprando as aias, que devem permanecer imóveis, sem demonstrar tipo algum de sensação.)
 Elas apenas estão esperando serem engravidadas e depois dispensadas da casa em que estão, isso é claro, após elas pararem de amamentar as crianças, cuja elas não terão direito algum sob, após cumprirem seu papel em uma casa elas a deixam e partem para outra assumindo um novo nome para repetir o mesmo ato para outra família.

 Pelo visual série ela pode facilmente ser confundida com uma série de época, mas é exatamente o oposto, ela é futurista.
Enquanto a maioria das séries que abordam o futuro falam mostram um futuro melhor e mais avançado, a série surpreende por fazer justamente o contrário.
Quando você pensa que já viu de tudo no mundo das séries surge The Handmaid's Tale e te surpreende com tamanhas cenas absurdas, cenas que com a loucura do mundo atual são bem capazes de acontecer (infelizmente a frase "isso é tão Black Mirror está sendo substituída pela "Isso é tão The Handmaid's Tale").
A série nos alerta para coisas que podem acontecer caso continuemos regredindo e repetindo os mesmos erros do passado.
Trata-se de uma história que foi lançada em 1985, mas que aborda temas atuais como direitos das mulheres, o movimento LGBT e os malefícios do fanatismo religioso.

 É uma série 100% completa. Ela possui um roteiro muito bem elaborado, a direção de arte encantadora, a trilha sonora se encaixa perfeitamente com a trama, a fotografia é espetacular, e assim como muitas séries atuais (como por exemplo: Game of Thrones, Sense8 e Outlander) ela tem uma vibe cinematográfica. Ela é filmada em plano fechado, focando completamente na atriz e em suas expressões faciais, o que faz com que o espectador se coloque no lugar das personagens (é como se você fosse um stalker da personagem)
A atuação de Elizabeth Moss é tão impecável, que lhe rendeu o Emmy de Melhor Atriz em Série Dramática. Ela consegue te passar o que a personagem esta sentindo com apenas suas expressões e o olhar, em diversas cenas ela te deixa agoniada e mexe com seu psicológico
A propósito, não basta o elenco dela ser praticamente todo feminino, por trás das câmeras as mulheres também brilham não só na produção, mas também no roteiro e na direção  (dos 10 episódios, 4 são dirigidos por mulheres). É uma série que é feminista sem levantar bandeiras, ela apenas é feminista por mostrar mulheres se libertando do patriarcado e se empoderando.
Trata-se de uma série sobre esperança, resistência, sobre a importância do empoderamento feminino.

No Emmy desse ano a série recebeu 13 indicações e venceu 6 categorias (incluindo Melhor Série, Melhor Atriz para Elizabeth Moss e Melhor Direção em Série Dramática para Reed Moreno.)
The Handmaid's Tale foi renovada para sua segunda temporada pelo serviço streming Hulu, a nova temporada já está sendo filmada e tem previsão para estrear em Abril de 2018.
“Don't let the bastards grind you down.”  

domingo, 20 de agosto de 2017

The Bold Type: a série Girl Power Super Empoderada que vocês precisam assistir

  

  Inspirada na vida de Joanna Coles, Ex-editora-chefe da revista Cosmopolitan,
a nova série do canal Freeform The Bold Type conta a história de três amiga que trabalham pra uma revista voltada para o público feminino, chamada Scarlet.


 Elas são Jane Sloan (Katie Stevens, Faking It) uma jovem e determinada escritora que foi recentemente promovida no trabalho e precisa lidar com todas a inseguranças vieram com seu novo cargo; Kat Edison (Aisha Dee, Chasing Life) a ousada e moderna diretora de mídia social da revista, que claramente não tem medo de falar o que realmente pensa e Sutton Brady (Meghann Fahy, Chicago Fire) uma sonhadora e persistente secretária que deseja trabalhar no editorial de moda da revista e que vive um romance com Richard Hunter (Sam Page) um membro do conselho diretor e advogado da Scarlet. 
A série tem uma vibe bem parecida com Sex and the City, podemos facilmente chamar a personagem de Katie Stevens de uma Jovem Carrie Bradshaw, pois em alguns aspectos as duas são bem parecidas. Porém quando conhemos Jacqueline Carlysle (Melora Hardin, Transparent) chefe das três e Editora-chefe da Scarlet surge uma vibe bem O Diabo Veste Prada, mas logo da pra perceber que Jacqueline é completamente diferente de Miranda Priestly. 

(Jacqueline melhor Chefe ❤️)

The Bold Type tem falado de temas que estão super em alta como empoderamento, sexualidade, o poder das mídias e câncer. O mais legal dela é a amizade das três protagonistas, elas transbordam uma química de irmandade na tela, bem aquela vibe Quatro Amigas & um Jeans Viajante, sabe?

"Espero que tenham aventuras, que se apaixonem, que tenham seus corações partidos. Espero que transem com as pessoas erradas, que transem com as pessoas certas. Que cometam erros e peçam desculpas, que saltem e que mergulhem. E espero que falem um monte para qualquer um que tentar segurá-los” 
Jacqueline Carlysle


Foi amor ao primeiro episódio e confesso que estou amando mais e mais essa série a cada episódio. (Como uma aspirante a escritora foi meio inevitável eu não me identificar com a série. Confesso que quero ser Jane Sloan quando crescer ;) haha ;P)

(Jane Sloan is my Spirit Animal ;))

To torcendo muito pra ser renovada. Ela vai ao ar toda terça-feira na TV americana e por enquanto ela tem sete episódios, e eu ainda não sei se alguma emissora brasileira comprou os direitos dela.
 Então, se você procura mais uma série feminista pra adicionar na grade, The Bold Type é a escolha perfeita pra você. ;)

#GirlsSupportGirls ;*

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

#5Coisas - 5 Motivos para você começar a ver Penny Dreadful

Olá Pessoas! 
Hoje eu resolvi "matar dois coelhos com uma cajadada só" faz um tempinho que eu to querendo fazer um post sobre essa série, e como eu precisava fazer o post com a tag 5 Coisas eu resolvi fazer sobre essa série. Simples assim ;)

o Post da #5Coisas de hoje serão 5 Motivos para você começar a assistir Penny Dreadful agora 




1- A Trama 

 Sempre que eu indico Penny Dreadful pra alguém eu sempre digo "Sabe aquele filme A Liga Extraordinária? Pensa numa Liga Extraordinária só que beeem mais sombria. Assim é Penny Dreadful." 
 A trama da série é super legal e criativa, sabe aquela vibe de Esquadrão Suicida dos Vilões enfrentando um mal ainda pior? Pois é Penny Dreadful tem essa vibe também. Ninguém é completamente mal ou é mal sem motivo, sempre tem uma razão, um porque dos personagens serem como são.
A série tem um monte de criaturas sobrenaturais como Vampiros, Lobisomens e Bruxas e tem diálogos maravilhosos. Isso sem falar nas atuações divinas desse elenco que eu só aprendi a amar e amar nesses últimos 3 anos. ❤❤❤




 Em Penny Dreadful, alguns dos personagens mais famosos e assustadores da literatura mundial, como o Dr. Frankestein e sua criação, o eternamente jovem Dorian Gray e icônicas figuras do romance Drácula, estão todos vivendo nos cantos obscuros de Londres Vitoriana. Um thriller psicológico que mescla histórias de terror clássicas e histórias originais em um drama inteiramente novo.




2- Os Personagens 



A Série tem muitos personagens conhecidos da literatura como Dorian Gray de Oscar Wilde, o Victor Frankenstein de Mary Shelley e o Drácula de Bram Stoker, mas quem rouba a cena mesmo são os personagens inéditos. Fica impossível não se envolver com a história de cada personagem principalmente com a da Protagonista Vanessa Ives (vivida por Eva Green)


3- Os Prêmios e Indicações



A Série concorreu a diversos prêmios incluindo o Globo de Ouro e no ano de seu lançamento levou o Critics Choice Television Awards de Melhor Série de TV e de Série Nova mais Emocionante.
 E na minha humilde opinião ela foi uma das injustiçadas do Emmy desse ano, junto com Outlander. A série teve um ótimo ano com atuações impecáveis e merecia várias indicações.

4- Eva Green

 Se nenhum dos outros motivos a cima te convenceram a assistir Penny Dreadful, eu tenho a certeza absoluta que esse motivo vai te convencer completamente. Um nome, 8 letras: EVA GREEN ❤❤❤
Confesso que sou completamente suspeita pra falar da Eva porque ela é uma das minhas atrizes favoritas da atualidade, eu sou completamente e inegavelmente apaixonada por essa mulher (Se você está se perguntando da onde conhece esse lindo rosto eu lhe respondo. Provavelmente você deve se lembrar dela no filme 007 - Cassino Royale como Vesper Lynd, ou como Angelique Bouchard em Sombras da Noite, ou Artemísia em 300: A Ascensão do Império e ela também interpreta a Senhorita Peregrine em O Lar das Crianças Peculiares que estreia esse mês) 
 Em Penny Dreadful Eva Green da vida a protagonista Vanessa Ives uma médium heroína e misteriosa, que é amaldiçoada, ela vê coisas que pessoas normais não vêem. 
 A trama da personagem da Eva é o clímax que faz com que a série seja tão maravilhosa. A briga interna de luz x trevas que acontece dentro dela trazem momentos marcantes a história (sem falar em atuações dignas de Oscar, afinal Eva Green é demais né Migos)
 Eu já conhecia Eva Green por outros trabalhos, mas confesso que foi a sua Vanessa Ives que me tornou uma completa tiete dela, a atuação dela está simplesmente estupenda. Vale a pena ver a série só por ela ter Eva Green no elenco, sério mesmo ;)


5- A Série está Finalizada:

 A série chegou ao fim recentemente terminando em sua terceira temporada, sim foram poucas, mas foram as melhores temporadas. Mesmo com o clima de final nessa terceira temporada, a série se manteve fiel a história e aos personagens até o fim. 
E que fim espetacular essa série teve meus amigo, mas acho melhor eu parar por aqui antes que eu de algum spoiler muito importante.
Enfim Pessoas esses são 5 dos vários Motivos do porque vocês devem assistir Penny Dreadful. ;)
Eu vou super sentir falta das minhas noites mal dormidas por causa dessa série (Ok talvez eu não sinta tanta falta disso assim, mas whatever) vou sentir falta desse personagens incríveis (principalmente Vanessa Ives por motivos óbvios haha)
Goodbye Penny Dreadful, my old friend! I will miss you so much! ❤❤❤

Enfim foi isso, espero que tenham gostado ;) 
Até mais a próxima pessoas ;*


Como não amar Eva Green? ❤❤❤








quarta-feira, 13 de abril de 2016

#5Coisas - 5 Séries pra você começar a ver agora

  Oi gente! :D
Hoje eu resolvi começar uma série de posts com a Tag 5 Coisas, vai ser assim, uma vez por semana eu vou postar 5 coisas pra indicar pra vocês podem ser 5 séries, ou filmes, ou livros ou CDs.
Esssa semana eu vou começar indicando 5 séries que eu comecei a assistir recentemente, que se você não assiste simplesmente precisa começar a assistir agora. ;D

1- The 100

 Essa primeira série que eu vou indicar eu confesso que eu comecei a assistir por insistência das minhas amigas, ok também foi porque eu sempre ouvi um monte de pessoas falando super bem dela. 

 Assim que eu comecei a assistir, não teve jeito me Viciei imediatamente, e hoje ela se tornou uma das minhas séries favoritas. *---*
 A série, baseada no livro de Kass Morgan, se passa 97 anos após uma guerra nuclear que dizimou quase toda vida na terra. Os sobreviventes conhecidos são moradores de 12 estações espaciais em órbita da Terra, que já viviam lá antes do fim da guerra. As estações se uniram e formaram uma única estação, chamada Arca, onde cerca de 2400 pessoas vivem sob a liderança do Chanceler Jaha. Como os recursos da arca estão escassos e os sistemas de suporte de vida estão falhando então o conselho da arca resolve enviar 100 prisioneiros juvenis para a superfície para saber se a terra é habitável novamentente. Os adolescentes então chegam a terra, mas aterrisam um pouco longe do local programado, eles então passam a enfrentar os perigos desta nova terra.
A série é muito boa, se você gosta de coisas pós apocalípticas você certamente amará The 100. Atualmente a série está passando por altos, e os fãs por diversos motivos, que eu não vou contar (porque seriam spoilers ;P) estão numa relação de amor e ódio com a série, mas mesmo assim ela continua boa. Prometo pra você que apesar de tudo The 100 vale a pena ser vista. ;)

2- Fuller House

  Essa série, eu confesso que me senti na obrigação de assistir, simplesmente porque eu fui uma das crianças que cresceu assistindo Três é Demais no SBT. 

 A série da Netflix é um spin off da série original dos anos 80. Nesse spin off D.J. é uma veterinária com 3 filhos que acabou de perder o marido. Ela então se muda para a casa do Pai, e junto com ela vão sua irmã Stephanie, sua melhor amiga e vizinha Kimmy Gibbler e sua filha Ramona, para dar aquela ajuda e força moral. A série e super divertida e nostálgica, tem várias referências a série antiga e vários momentos que vão te fazer relembrar a infância. As novas crianças são super divertidas e fofas e vão te fazer rir muito.

A série é super curta, tem 13 episódios e uma só temporada. Eu assisti ela e um dia de tão emocionada e empolgada que eu fiquei :B. (Ainda bem que ela já foi renovada, porque se não eu definitivamente teria um Heart Attack ;P)

3- Quantico

  Se você, assim como eu sempre quis saber como é o treinamento do FBI, então você definitivamente precisa ver Quantico.

 A série conta a história de um grupo de recrutas do FBI durante seu treinamento em Quantico. Ela vai mostrando as singularidades de cada um e seus motivos para ter entrado no FBI, até que uma deles Alex Parrish (Priyanka Chopra) se torna a principal suspeita de um dos maiores ataques terroristas desde o 11 de setembro.
A série é legal porque da pra saber um pouco de como é o tenso treinamento do FBI (porque eu não sei vocês, mas sempre que eu via filmes sobre o FBI, morria de vontade de saber como é trabalhar lá, mas depois de ver Quantico isso mudou. Percebi que eu definitivamente não levaria o menor jeito pra ser agente do FBI rsrsrs ;P) e também porque mostra um pouco do preconceito que os mulçumanos sofreram, e ainda sofrem depois do 11 de setembro.

4- Jessica Jones

 Essa série conta a história da Protagonista que da ao nome da série que desde que se aposentou precocemente da carreira de Super-Heróina resolveu abrir sua agência de investigações e trabalha como detetive particular. Ela tenta esconder os superpoderes dos clientes, mas as coisas mudam quando ela descobre que Zebediah Kilgrave, um vilão obsessivo por ela que a obrigou a fazer coisas terríveis no passado, está de volta e fará de tudo para te-lá de novo.

A série me surpreendeu porque apesar dela ser fictícia, ela aborda temas da nossa realidade como a violência contra a mulher. Sem falar que é uma série beeem girl power, e a Jessica não é nada parecida com essas super heroínas que estamos acostumadas a ver. Eu que não sabia praticamente nada sobre a Jessica, gostei tanto da série que fiquei curiosa sobre a personagem e acabei pesquisando mais sobre ela. Entre Demolidor e Jessica Jones, eu particularmente gostei muito mais de Jessica Jones do que a história do Demônio de Hell's Kitchen (talvez por a primeira temporada de J.J. ter me prendido mais do que a Demolidor)
Enfim, vale super a pena assistir. ;)

5- DC's Legends of Tomorrow

 Por falar em séries de Super Heróis aqui vai mais uma. 

 Legends of Tomorrow é um spin off de Arrow e The Flash. Ela conta a história de Rip Hunter (Arthur Davill) que para deter o Imortal Vilão Vandal Savage convoca um intrigante time de heróis e vilões formados por Sara Lance, a Canário Branco (Ex- Canário Negro de Arrow); Capitão Frio e Onda Térmica (ambos de The Flash); Ray Palmer (o Átomo de Arrow); Mulher Gavião e Homem Gavião e o Nuclear (formado pelo Dr. Martin Stein e Jefferson "Jax" Jackson também apresentados em The Flash)
A série é legal porque você vê os heróis voltando pra diversos lugares no tempo como os anos 70 e até o Velho Oeste.

E essas foram as 5 séries de hoje pessoas! :D
Espero que tenham gostado. :B
Se você assiste ou vai assistir alguma dessas séries deixe nos comentários o que você achou dela. Esse tiver alguma outra série pra me indicar ou que gostaria que eu falasse pode comentar também. (Afinal uma série ou outra á mais, nunca é demais né ;P)