domingo, 1 de maio de 2016

Crítica: Capitão América - Guerra Civil

     E o filme mais esperado do ano para os Marvelnaltas realmente não decepcionou.

 O filme apesar de não ser muito fiel aos quadrinhos, acabou se tornando melhor que a história original, por ter mais ação e o roteiro tem mais potencial, por ter sido bem desenvolvido.

 O conflito é muito bem explicado, e começa depois que um incidente envolvendo os Vingadores gera danos colaterais, o governo então começa a querer controlar os heróis criando um tratado que dizendo que os Vingadores só poderam agir caso forem chamados. Com isso a equipe se divide entre os que concordam com o tratado (Time Homem de Ferro) e os que não concordam com ele (Time Capitão América). Depois que um ataque terrorista a ONU acontece, cuja o principal suspeito é o Soldado Invernal (Bucky Barnes, Melhor Amigo de Steve Rogers) o Capitão então resolve defende-lo (arrastando o Falcão junto com ele) o que faz com que os três se tornem fujitivos.

 Os efeitos especiais são espetaculares, as cenas de lutas são muito bem coreografadas e ambos os times são muito bem introzados. 

 Eu particularmente gostei muito do papel de Wanda Maximoff no filme, a Feiticeira Escarlate foi muito melhor explorada do que em A Era de Ultron (adorei as cenas dela com o Visão, mostraram bem a faísca que existe entre os dois). O novato Pantera Negra foi muito bem apresentado, e mostrou todo seu potencial, já a mais nova adição ao elenco da Marvel, o novo Homem-Aranha de Tom Holland, foi mal apresentado e desenvolvido, o novo Cabeça de Teia foi relativamente fraco se comparados ao anteriores (Holland vai ter que esforçar muito para ser páreo pra Garfield e Maguire).

 O grande clímax do filme, envolvendo Steve, Tony e Bucky foi muito bem explicado, é uma daquelas cenas que mais surpreenderam no filme, e fizeram o público enlouquecer no cinema. 

 Guerra Civil é sem dúvida algum um dos melhores filmes já feito pela Marvel (pra não dizer o melhor feito até agora), e um dos grandes do ano.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

#5Coisas - 5 Séries pra você começar a ver agora

  Oi gente! :D
Hoje eu resolvi começar uma série de posts com a Tag 5 Coisas, vai ser assim, uma vez por semana eu vou postar 5 coisas pra indicar pra vocês podem ser 5 séries, ou filmes, ou livros ou CDs.
Esssa semana eu vou começar indicando 5 séries que eu comecei a assistir recentemente, que se você não assiste simplesmente precisa começar a assistir agora. ;D

1- The 100

 Essa primeira série que eu vou indicar eu confesso que eu comecei a assistir por insistência das minhas amigas, ok também foi porque eu sempre ouvi um monte de pessoas falando super bem dela. 

 Assim que eu comecei a assistir, não teve jeito me Viciei imediatamente, e hoje ela se tornou uma das minhas séries favoritas. *---*
 A série, baseada no livro de Kass Morgan, se passa 97 anos após uma guerra nuclear que dizimou quase toda vida na terra. Os sobreviventes conhecidos são moradores de 12 estações espaciais em órbita da Terra, que já viviam lá antes do fim da guerra. As estações se uniram e formaram uma única estação, chamada Arca, onde cerca de 2400 pessoas vivem sob a liderança do Chanceler Jaha. Como os recursos da arca estão escassos e os sistemas de suporte de vida estão falhando então o conselho da arca resolve enviar 100 prisioneiros juvenis para a superfície para saber se a terra é habitável novamentente. Os adolescentes então chegam a terra, mas aterrisam um pouco longe do local programado, eles então passam a enfrentar os perigos desta nova terra.
A série é muito boa, se você gosta de coisas pós apocalípticas você certamente amará The 100. Atualmente a série está passando por altos, e os fãs por diversos motivos, que eu não vou contar (porque seriam spoilers ;P) estão numa relação de amor e ódio com a série, mas mesmo assim ela continua boa. Prometo pra você que apesar de tudo The 100 vale a pena ser vista. ;)

2- Fuller House

  Essa série, eu confesso que me senti na obrigação de assistir, simplesmente porque eu fui uma das crianças que cresceu assistindo Três é Demais no SBT. 

 A série da Netflix é um spin off da série original dos anos 80. Nesse spin off D.J. é uma veterinária com 3 filhos que acabou de perder o marido. Ela então se muda para a casa do Pai, e junto com ela vão sua irmã Stephanie, sua melhor amiga e vizinha Kimmy Gibbler e sua filha Ramona, para dar aquela ajuda e força moral. A série e super divertida e nostálgica, tem várias referências a série antiga e vários momentos que vão te fazer relembrar a infância. As novas crianças são super divertidas e fofas e vão te fazer rir muito.

A série é super curta, tem 13 episódios e uma só temporada. Eu assisti ela e um dia de tão emocionada e empolgada que eu fiquei :B. (Ainda bem que ela já foi renovada, porque se não eu definitivamente teria um Heart Attack ;P)

3- Quantico

  Se você, assim como eu sempre quis saber como é o treinamento do FBI, então você definitivamente precisa ver Quantico.

 A série conta a história de um grupo de recrutas do FBI durante seu treinamento em Quantico. Ela vai mostrando as singularidades de cada um e seus motivos para ter entrado no FBI, até que uma deles Alex Parrish (Priyanka Chopra) se torna a principal suspeita de um dos maiores ataques terroristas desde o 11 de setembro.
A série é legal porque da pra saber um pouco de como é o tenso treinamento do FBI (porque eu não sei vocês, mas sempre que eu via filmes sobre o FBI, morria de vontade de saber como é trabalhar lá, mas depois de ver Quantico isso mudou. Percebi que eu definitivamente não levaria o menor jeito pra ser agente do FBI rsrsrs ;P) e também porque mostra um pouco do preconceito que os mulçumanos sofreram, e ainda sofrem depois do 11 de setembro.

4- Jessica Jones

 Essa série conta a história da Protagonista que da ao nome da série que desde que se aposentou precocemente da carreira de Super-Heróina resolveu abrir sua agência de investigações e trabalha como detetive particular. Ela tenta esconder os superpoderes dos clientes, mas as coisas mudam quando ela descobre que Zebediah Kilgrave, um vilão obsessivo por ela que a obrigou a fazer coisas terríveis no passado, está de volta e fará de tudo para te-lá de novo.

A série me surpreendeu porque apesar dela ser fictícia, ela aborda temas da nossa realidade como a violência contra a mulher. Sem falar que é uma série beeem girl power, e a Jessica não é nada parecida com essas super heroínas que estamos acostumadas a ver. Eu que não sabia praticamente nada sobre a Jessica, gostei tanto da série que fiquei curiosa sobre a personagem e acabei pesquisando mais sobre ela. Entre Demolidor e Jessica Jones, eu particularmente gostei muito mais de Jessica Jones do que a história do Demônio de Hell's Kitchen (talvez por a primeira temporada de J.J. ter me prendido mais do que a Demolidor)
Enfim, vale super a pena assistir. ;)

5- DC's Legends of Tomorrow

 Por falar em séries de Super Heróis aqui vai mais uma. 

 Legends of Tomorrow é um spin off de Arrow e The Flash. Ela conta a história de Rip Hunter (Arthur Davill) que para deter o Imortal Vilão Vandal Savage convoca um intrigante time de heróis e vilões formados por Sara Lance, a Canário Branco (Ex- Canário Negro de Arrow); Capitão Frio e Onda Térmica (ambos de The Flash); Ray Palmer (o Átomo de Arrow); Mulher Gavião e Homem Gavião e o Nuclear (formado pelo Dr. Martin Stein e Jefferson "Jax" Jackson também apresentados em The Flash)
A série é legal porque você vê os heróis voltando pra diversos lugares no tempo como os anos 70 e até o Velho Oeste.

E essas foram as 5 séries de hoje pessoas! :D
Espero que tenham gostado. :B
Se você assiste ou vai assistir alguma dessas séries deixe nos comentários o que você achou dela. Esse tiver alguma outra série pra me indicar ou que gostaria que eu falasse pode comentar também. (Afinal uma série ou outra á mais, nunca é demais né ;P)

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sobre ser Jornalista...

  Sempre fui uma pessoa indecisa, então quando o assunto foi qual faculdade fazer não poderia ser diferente.
Desde os 5 anos queria ser veterinária, porém a faculdade é muito cara e eu simplesmente odeio estudar (fato que não escondo de ninguém) mas no meu 1 ano e meio de supletivo uma profissão veio em mente e na hora a achei perfeita pra mim: Jornalismo. Porque não fazer jornalismo? Afinal eu adoro escrever e viajar (resolvi que a parte que queria em jornalismo era a parte de escrever alguma coluna ou escrever críticas de filmes, shows e peças pra alguma revista ou jornal) acho que o fato de meu pai ter sido jornalista pesou muito nessa decisão de fazer ou não jornalismo.
Depois que finalmente decidi veio toda aquela história "ah mais jornalismo é um ramo difícil de conseguir emprego" essas palavras entravam por um ouvido e saiam pelo outro. Resolvi que se era isso mesmo que eu queria, então iria correr atrás disso.
Comecei a faculdade esse ano, sem ter a mínima noção do que esperar. Adorei algumas matérias, outras nem tanto, mas entendi que faz parte (afinal na vida nem tudo pode ser como gostamos) uma matéria em especial me fez questionar minha decisão, essa matéria é Filosofia Comunicação e Sociedade, toda vez que o professor entrava na sala e falava que na comunicação não existe verdade existe verossimilhança, e que não existe jornalismo imparcial eu me perguntava "o que diabos eu ainda to fazendo em Jornalismo?" a resposta dessa pergunta me veio assim numa brainstorm.
Eu nunca fui de seguir regras, nunca fui de fazer as coisas que me mandam sem questionar o porque, sempre fui de fazer as coisas do meu jeito, então cheguei a conclusão que estou em jornalismo para mudar isso, pra mudar a maneira de ser do jornalismo, pra mudar o que as pessoas pensam do jornalismo.
Por esse e por outros motivos, alguns amigos começaram a me chamar de Lois Lane. 
Nesse meu primeiro Dia do Jornalista, como futura jornalista, resolvi escrever esse texto. Não pra celebrar ou comemorar, pelo menos não só por isso, mas também parar lembrar do quanto o jornalismo é importante, e do quanto precisamos dele.
Sem o jornalismo não teríamos noção do que acontece mundo a fora, e nem mesmo do que acontece no nosso próprio país, ou estado ou cidade.
Então resumindo o jornalismo nas palavras e um grande jornalista: "Registrar diariamente os fragmentos daquilo que, um dia, poderá ser um capítulo da História. É um dos aspectos mais bonitos do jornalismo como profissão."
William Bonner
Quanto ao meu futuro como Jornalista, não tenho a intensão de ser uma jornalista famosa, claro que se isso acontecer não vou achar de todo ruim, mas prefiro ser reconhecida como alguém cujo o trabalho marcou e ajudou alguém, do que alguém que ganhou fama as custas de uma falsa matéria.

sábado, 26 de março de 2016

Crítica: Batman vs. Superman

    

   O primeiro embate de Super Heróis do Cinema em 2016 começou de forma intrigante. De um lado temos o morcego de Gotham que depois de os acontecimentos de Homem de Aço, passou a considerar o Superman uma ameaça contra a humanidade. Do outro temos o Homem de Aço sendo julgado por pelas suas baixas do filme anterior. O que não sabíamos é que por trás desse embate há uma mente psicótica: Lex Luthor, o inimigo número 1 do Superman "organiza" toda essa briga esperando que o Morcego acabe com o Filho de Krypton (Luthor até sequestra Martha Kent afirmando que irá matá-la caso Clark não entrgue a cabeça do morcego á ele) ele inclusive da uma forcinha para que isso aconteça entregando de bandeja kriptonita para o Morcego. 

  Entretanto Luthor não contava com uma coisa, ele não contava com a perspicácia de Lois Lane, a reporter do Planeta Diário chega bem a tempo de salvar seu amado de ser morto pelo Batman, os dois então resolvem se aliar, O Morcego vai salvar Martha Kent e O Kriptoniano vai deter Lex Luthor, mas quandorele chega até Luthor, ele já havia criado um monstro capaz de matar toda humanidade, ele cria o Apocalipse do Homem de Aço.
É ai que entra a querida e esperada Mulher Maravilha, enquanto Clark e Bruce tentam sem sucesso matar o monstro Dianna Prince entra em cena com todo seu Glamour ensinando aos dois como acabar com monstros. Mas como acabar com um monstro kriptoniano que fica mais forte a cada coisa que atiram nele? A resposta se encontra na kriptonita.
Eis então que Clark Kent tentando salvar sua amada Lois, acaba pegando a lança de kriptonita que antes tinha sido feita para matá-lo e usa para destruir o Apocalipse, se sacrificando para salvar todos, causando assim seu trágico fim. 
O filme não é de todo o mal, tem seus pontos fortes como a ação e os efeiros, mas pecou na história, o roteiro ficou muito vago, é como se eles estivesse tão focado na briga que esqueceram de incrementar a história. 
Um dos pontos fortes no filme foi a interpretação de Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Eisenberg pode ser gerado dúvidas no começo quando foi escalado como Lex, mas sua brilhante interpretação foi o que particularmente me surpreendeu no filme. Outra interpretação que chama atenção foi a Mulher Maravilha de Gal Gadot, Gal rouba a cena em todas as cenas que aparece, desviando o foco dos dois protagonistas (suspeito que tenha sido por isso que ela não tenha aparecido muito, para não desviar tanto o foco dos dois).  
Quanto ao novo Batman de Affleck, só posso dizer que ele não foi um Batman de todo o mal, apesar de ser meio "mole" e resolver as coisa mais com armas do que com a força bruta. 
  Concluo afirmando que o filme não foi uma maneira ruim de reiniciar a história da DC, apenas uma maneira modesta de começar a introduzir a Liga da Justiça.


sábado, 12 de março de 2016

Menos Crushs & Mais Crashs

   Hoje em dia virou rotina as pessoas, especialmente, os jovens terem "crushs". Tem o Crush do prédio, o Crush da faculdade, o crush do metrô, o da acadêmia, enfim tem um crush em cada lugar. 
O Crush chegou pra substituir o velho amor platônico; e você sabe o que dizem sobre os amores platônicos: eles são platônicos por uma razão, não devem se concretizar, se não o encanto acaba.
Acho que é exatamente por isso que existem tantos "crushs" hoje em dia; porque as pessoas tem medo de destruir essa fantasia formada, tem medo de conhecer o verdadeiro eu de seus "crushs", tem medo de arriscar.
Isso tem que mudar; o mundo precisa de mais olho no olho e menos olhos no celular, de menos bate papo online e mais bate papo "face to face", menos "mach" no Tinder e mais "mach" na vida real, menos olhares tímidos e mais atitudes, menos "crushs" e mais "crashs".
Se ficarmos sentados, com a cara no celular nunca saberemos se aquele crush pode ser mais que um simples crush, para descobrir isso só precisamos de duas coisas: Arriscar e Tomar uma atitude.
E lembrem-se em caso de covardia: Respire, Conte até Cinco e Diga "Oi!" ou "Bom Dia!, "Boa Tarde!" ou "Boa Noite!"
um pouco de gentileza, cordialidade e carinho não fazem mal a ninguém. ;)


sábado, 5 de março de 2016

Crítica: Deadpool

  

   Primeiro de tudo um conselho: quando for assistir Deadpool (se você não o conhece) esqueça tudo o que já ouviu falar, ou viu do cara. (e se livre da imagem do herói bonzinho, o típico bom moço estilo Capitão América. Como Wade Wilson já diz no filme, Deadpool não é a história de um cara bom perseguindo caras maus; é a história de um cara mau perseguindo caras piores que ele.
A história de Wade Wilson não é parecida com nada visto antes no cinema; Wilson é um anti-herói, "um mercenário" vestido dr vermelho (o que aliás, tem um ótimo motivo para isso) mas que apesar de não tentar, acaba se tornando um herói (com direito a salvamento da donzela em perigo, um beijo de amor e tudo mais).
Você provavelmente está se perguntando então o que essa história tem de diferente das outras que já vimos? A resposta é curta e simples: O tom comíco. A personalidade forte e sarcastica de Wilson é o que diferencia o filme. A comédia é o principal super poder nessa história; digamos que se você for ao cinema vê-lo com toda a tristeza do mundo, te garanto que você vai sair da sessão rindo ou com pelo menos um sorriso no rosto.
É praticamente impossível não rir das piadas de Wade Wilson, ele consegue brincar até com coisas sérias e mórbidas como o câncer e a morte. 
Preciso dizer que as melhores piadas são quando Reynolds zoa outros filmes da Marvel (alguns até da própria Fox), digamos que nem o Wolverine saiu impune das piadinhas. Reynolds também zoa se Lanterna Verde e até sua própria atuação. 
  Deadpool é um filme para todos os gostos; o filme tem muita ação, romance, piadas, efeitos especiais, momentos hilariantes e épicos.
Podemos afirmar que todos os erros catastróficos que cometeram com o personagem foram compensados. 
Quanto a Ryan Reynolds dizer que ele caiu perfeitamente no papel é pouco, basta dizer que é verdade o que dizem: Ou você faz um bom personagem da DC num filme miserável, ou você vive o bastante pra fazer o personagem mais hilariante da Marvel num filme épico.

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Preciosa Lição de DiCaprio

   O Oscar que aconteceu no último domingo foi muito mais do que uma entrega de prêmios.
A premiação mais esperada do mundo cinematográfico serviu também para nos dar uma preciosa lição (e não, eu não estou falando sobre a questão do racismo ou da diversidade em geral.) Estou falando da Preciosa Lição que Leonardo DiCaprio nos deu ao receber seu primeiro Oscar de Melhor Ator (e antes que você pergunte. Isso não é sobre o que ele disse no discurso dele; apesar de tudo que ele disse sobre o aquecimento global ser importante também) a maior lição qur DiCaprio nos ensinou foi a aprender a ter paciência, a esperar.
Você deve estar se perguntando como o Leo nos deu essa lição? Como? Simplesmente esperando 22 anos por aquela estatueta; sim, ele esperou todo esse tempo por esse prêmio, por esse reconhecimento.
A importante lição que tiramos dessa história é, nas palavras de Renato Russo "Quem acredita, sempre alcança!" Na vida, nada é fácil, nada vem sem luta; mas isso não deve ser um motivo para desistirmos, muito pelo contrário, é por essa razão que temos que nos esforçar ainda mais. Não importa quanto tempo leve, quando você faz o que você ama e da o seu melhor, o universo começa a conspirar a seu favor.
Então faça um favor a si mesmo e sempre que pensar em desistir use a história do Leo como inspiração. Se ele conseguiu você também consegue.
E se lembre: "Believe that dreams come true every day, because they do!"