Primeiro de tudo um conselho: quando for assistir Deadpool (se você não o conhece) esqueça tudo o que já ouviu falar, ou viu do cara. (e se livre da imagem do herói bonzinho, o típico bom moço estilo Capitão América. Como Wade Wilson já diz no filme, Deadpool não é a história de um cara bom perseguindo caras maus; é a história de um cara mau perseguindo caras piores que ele.
A história de Wade Wilson não é parecida com nada visto antes no cinema; Wilson é um anti-herói, "um mercenário" vestido dr vermelho (o que aliás, tem um ótimo motivo para isso) mas que apesar de não tentar, acaba se tornando um herói (com direito a salvamento da donzela em perigo, um beijo de amor e tudo mais).
Você provavelmente está se perguntando então o que essa história tem de diferente das outras que já vimos? A resposta é curta e simples: O tom comíco. A personalidade forte e sarcastica de Wilson é o que diferencia o filme. A comédia é o principal super poder nessa história; digamos que se você for ao cinema vê-lo com toda a tristeza do mundo, te garanto que você vai sair da sessão rindo ou com pelo menos um sorriso no rosto.
É praticamente impossível não rir das piadas de Wade Wilson, ele consegue brincar até com coisas sérias e mórbidas como o câncer e a morte.
Preciso dizer que as melhores piadas são quando Reynolds zoa outros filmes da Marvel (alguns até da própria Fox), digamos que nem o Wolverine saiu impune das piadinhas. Reynolds também zoa se Lanterna Verde e até sua própria atuação.
Deadpool é um filme para todos os gostos; o filme tem muita ação, romance, piadas, efeitos especiais, momentos hilariantes e épicos.
Podemos afirmar que todos os erros catastróficos que cometeram com o personagem foram compensados.
Quanto a Ryan Reynolds dizer que ele caiu perfeitamente no papel é pouco, basta dizer que é verdade o que dizem: Ou você faz um bom personagem da DC num filme miserável, ou você vive o bastante pra fazer o personagem mais hilariante da Marvel num filme épico.
sábado, 5 de março de 2016
Crítica: Deadpool
quarta-feira, 2 de março de 2016
A Preciosa Lição de DiCaprio
O Oscar que aconteceu no último domingo foi muito mais do que uma entrega de prêmios.
A premiação mais esperada do mundo cinematográfico serviu também para nos dar uma preciosa lição (e não, eu não estou falando sobre a questão do racismo ou da diversidade em geral.) Estou falando da Preciosa Lição que Leonardo DiCaprio nos deu ao receber seu primeiro Oscar de Melhor Ator (e antes que você pergunte. Isso não é sobre o que ele disse no discurso dele; apesar de tudo que ele disse sobre o aquecimento global ser importante também) a maior lição qur DiCaprio nos ensinou foi a aprender a ter paciência, a esperar.
Você deve estar se perguntando como o Leo nos deu essa lição? Como? Simplesmente esperando 22 anos por aquela estatueta; sim, ele esperou todo esse tempo por esse prêmio, por esse reconhecimento.
A importante lição que tiramos dessa história é, nas palavras de Renato Russo "Quem acredita, sempre alcança!" Na vida, nada é fácil, nada vem sem luta; mas isso não deve ser um motivo para desistirmos, muito pelo contrário, é por essa razão que temos que nos esforçar ainda mais. Não importa quanto tempo leve, quando você faz o que você ama e da o seu melhor, o universo começa a conspirar a seu favor.
Então faça um favor a si mesmo e sempre que pensar em desistir use a história do Leo como inspiração. Se ele conseguiu você também consegue.
E se lembre: "Believe that dreams come true every day, because they do!"
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Crítica: Star Wars - O Despertar da Força
O filme tem seus pontos fortes e seus pontos fracos.
Pontos Fortes: O Filme é uma linda homenagem a Saga em geral, faz você se sentir nostalgico do começo ao fim.
O enredo é bom e prende sua a atenção, a procura dos dois lados pelo Luke tornou o filme instigante.
A grande reviravolta do filme envolvendo Han Solo e Kylo Ren, é responsável pelo grande Cliffhanger do filme, e também um dos grandes pontos chaves do fime.
Os novos personagens são bem cativantes, apesar de não serem tanto quanto o Trio Original (Mark Hammil, Carrie Fisher & Harrison Ford ❤). Simplesmente amei a relação de Han e Rey, a dinâmica de Ford e Ridley fez dessa a melhor relação do filme, mas apesar de tudo os novatos também tem seu charme.
Finn, o Stromtrooper que troca de lado é responsável pelo lado cômico do filme (junto com o Droide BB8, que teve a mesma função que R2-D2 nos antigos filmes. O pequeno droide é responsável pela maioria das risadas que eu ouvi na sala de cinema.); o piloto Poe Dameron é para mim ainda uma personalidade incógnita, apesar de enfatizar bem de que lado o Piloto está, o personagem de Oscar Isaac ainda é um tanto misterioso; já a Protagonista Rey, surpreende com sua habilidade e genialidade. Ela foi a maior surpresa do filme, em um ano onde o Feminismo está em alta; Daisy Ridley cumpriu maravilhosamente a mensagem de Girl Power do filme.
Pontos Fracos: Adam Driver fez de seu Kylo Ren uma cópia mal feita de Darth Vader, o vilão é muito mais fraco que o antigo; Perto de Vader, Ren é uma criança mimada que faz birra quando não consegue o que quer. Quem surpreende mais do que Kylo é o General Hux (Domhnall Gleeson) talvez se Gleeson interpretasse Kylo a história fosse diferente, mas Driver não convence como Vilão.
Ficaram algumas lacunas na história, algumas perguntas sem respostas,
Entretanto isso é normal num filme de uma saga com o tamanho da proporção de Star Wars (afinal, a espera para o embate de Pai e Filho entre Luke & Vader em O Retorno de Jedi foi também muito esperada.)
Agora só nos resta esperar ansiosamente pelos outros filmes da Saga, e aguardar as respostas. ;)
sábado, 16 de janeiro de 2016
A Esperança da Noite da Virada
Era 31 de Dezembro de 2015 e como sempre mais um ano terminava e aquele sentimento de nostalgia pairava no ar, os acontecimentos do ano inteiro passavam pela sua cabeça; cada pessoa que ela conheceu, cada filme que ela viu, cada lugar que ela foi, cada lembrança, cada momento estavam bem vividos em sua mente e por um minuto ela sentiu saudades, saudades de todas as coisas boas que aconteceram naquele ano.
2015 não tinha sido ótimo, mas tinha sido melhor do que ela esperava. Foi um ano de novas experiências e ela estava grata por cada uma delas.
Quando ela começou a pensar em 2016 e tudo que poderia fazer, tudo que poderia acontecer o medo chegou; aquele ano seria o ano que ela se arriscaria completamente, o ano em que ela deixaria sua zona de conforto e entraria num mundo que ela não conhecia e de fato ela estava empolgada com isso, mas também não podia deixar de sentir um pouco de medo. Ela se perguntava se tudo daria certo, mas então ela se lembrou que todo aquele medo era um pouco antecipado demais e inútil, porque ela não tinha todas as respostas e ninguém tinha; o único jeito de saber as respostas era arriscar e perguntar. 2016 poderia não ser perfeito, mas a vida no fim das contas não era perfeita, mas isso não a impediria de tentar.
Assim com esse pensamento positivo ela encheu uma taça de champanhe, pensou nas inumeras possibilidades que 2016 trazia e brindou pelas surpresas do novo ano que estava por vir

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Os Opostos
Ele é calmaria, eu sou agitação;
Ele é subtração, eu sou adição;
Ele é chuva de verão, eu sou tempestade;
Ele é ponto de exclamação, eu sou de interrogação;
Ele é Interior, eu sou litoral;
Ele é organização, eu sou confusão;
Ele é positivo, eu sou negativa;
Ele é silêncio, eu sou barulho;
Ele é Da Vinci, eu sou Picasso;
Ele é Andrea Bocelli, Eu sou Beatles
Ele é Raio, eu sou trovão;
Ele é Inverno, eu sou Verão;
Ele é Sol, eu sou Lua;
Ele é Sossego, eu sou Inquietude;
Ele é simplicidade, eu sou extravagância;
Ele torce pro Santos, eu torço pro São Paulo;
Ele é Sociável, eu sou Antisocial;
Ele é Cerveja, eu sou Whiskey;
Ele é Uniformidade, eu sou Diversidade;
Ele é seguidor, eu sou lider;
Ele é discreto, eu sou Exagerada;
Ele é Peter Pan, eu sou Alice;
Ele é Canceriano, eu sou Leonina;
Ele é força, eu sou fraqueza;
Ele é Convergente, eu sou Divergente;
Ele é o mundo, eu sou o Universo;
Ele é escassez, eu sou amplitude;
Ele é o Good Guy, eu sou a Bad Girl;
Ele é Azul Céu, eu sou Vermelho Escarlate;
Ele é Solução, eu sou Problema;
Ele é convivência, eu sou Solidão;
Ele é Violão, eu sou Bateria;
Ele é previnido, eu sou descuidada;
Ele é mutável, eu sou imutável;
Ele funciona na base do "Calma"", eu funciono na base do "Foda-se!";
Ele é Domesticado, eu sou Selvagem;
Ele é vento, eu sou ventania;
Ele é geada, eu sou nevasca;
Ele é yoga, eu sou Muay Thai;
Ele é Baiano, eu sou Paulista;
Ele é melodia, eu sou Letra;
Ele é Constante, Eu sou de Lua;
Ele é Salvação, eu sou perdição;
Ele é França, Eu sou Inglaterra;
Ele é Edgar Allan Poe, Eu sou J.K. Rowling;
Ele é Dentista, Eu sou Jornalista;
Ele é água, Eu sou Fogo;
Somos completamente diferentes, seria impossível sermos mais opostos; ele é como gasolina no meu coração em chamas, juntos entramos em combustão.
Então, se é assim deixe queimar, amor.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
A Faísca que queimará Para Sempre
Ontem eu vi mais uma saga chegar ao fim (um fim que não me deixava mexida desde 2011, com o fim de Harry Potter ou desde 2014 com o fim da maravilhosa jornada de Bilbo Bolseiro)
Eu fui a cinema prestigiar a última parte da história de Katniss Everdeen, fui assistir a última parte da Saga Jogos Vorazes. Fui acender a última faísca com tordo.
E a última faísca dessa saga chegou ao fim. De forma linda e fielmente, acho que nenhum Tributo saiu insatisfeito da sala de cinema, porque em questão de fidelidade ao livro o filme foi 90% fiel. E o que não foi fiel passa quase despercebido.
Eu me pergunto como poderia ser diferente o fim dessa Saga. Como poderia ser menos que perfeito, o final dessa Linda Saga?
Uma saga que marcou o mundo de uma forma, que nenhuma outra marcou, uma saga que fez o povo acordar, que fez o povo perceber que não temos que aceitar tudo, que não temos que temer o governo, que tudo o que o mundo precisa pra mudar é um pequeno ato de bondade. O mundo precisa de mais pessoas como Katniss Everdeen, que se sacrificou pra salvar a irmã, e que mesmo sem querer se tornou uma coisa que nem ela mesma imaginava; uma coisa que teve um significado gigantesco, se tornou "O Tordo", um símbolo de uma Revolução, algo mais que uma pessoa, uma ideia que uma vez que entra nas mentes; nunca mais sai.
É por esses e outros motivos que Personagens como Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Gale Hawthorne, Haymitch Abernathy, Effie Trinket, Finnick Odair e Johanna Mason e muitos outros não serão esquecidos, porque as lições que aprendemos com eles permaneceram conosco até a última batida de nossos corações.
Essa faísca nunca apagará totalmente, não enquanto o coração de cada Tributo espalhados pelo mundo todo bater por ela.
Obrigada Suzanne Collins, por uma hisrória maravilhosa que mudou o mundo. Obrigada Katniss Everdeen, por me ensinar a ter coragem pra lutar pelo que eu acredito; por me dar coragem pra lutar pelas coisas que eu posso (e quero) mudar. Obrigada Peeta Mellark, por me ensinar que a gentileza e a bondade são muito importantes quando você quer mudar o mundo; e por me ensinar que mesmo em meio ao caos é possível encontrar a paz.
Obrigado Jogos Vorazes, foi uma incrível, perigosa e torturante aventura, que valeu a pena.
Bom Jogos Vorazes, E Que a Sorte esteja sempre a seu favor. ;)
Crítica: Jogos Vorazes - A Esperança Parte 2
Se 2015 foi o ano dos Blockbusters, Jogos Vorazes: A Esperança Parte 2 entra facilmente para o top 5 de Blockbusters do ano.
Como fã fica difícil não perceber a fidelidade com o livro, que podemos afirmar com certeza que não deixou os fãs insatisfeitos. (Ao menos na minha sessão ninguém saiu dela colocando defeitos ao filme)
Se a Primeira parte foi tediosa, parada e com pouquissíma ação a segunda parte preencheu as expectativas com seus grandes efeitos especiais, suas grande cenas de ação (algumas que deixaram o expectador completamente em agonia), seus ótimos e marcantes diálogos, sua linda fotografia e direção de arte (e também figurino) e porque não dizer suas brilhantes atuações por Jennifer Lawrence (que teve mais cenas dramárica exigentes do que nos outros filmes), Josh Hutcherson (que se destacou em suas cenas de violência) e como deixar de fora Julianne Moore (que definitivamente não deixou a desejar com sua Alma Coin).
Se foi fim da Saga Jogos Vorazes (Que não foi o que pareceu no cinema, onde os os fãs permaneceram tão animados, fiéis e apaixonados como no primeiro filme.) A saga teve um fim mais que digno, um fim que não deixará a História de Katniss Everdeen ser esquecida tão cedo.









